Grandes eventos, destaques esportivos e prêmios Nobel de 1995 - História

Grandes eventos, destaques esportivos e prêmios Nobel de 1995 - História

  • O primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin assassinado
  • Resgate mexicano
  • Murrah Federal Building em Oklahoma City destruído por uma bomba terrorista
  • Veredicto de OJ Simpson - "Inocente"

Esportes

NBA: Houston Rockets x Orlando Magic Series: 4-0
NCAA Football: Nebraska Record: 12-0-0
Troféu Heisman: Eddie George, estado de Ohio, pontos RB: 1.460
Copa Stanley: New Jersey Devils x Detroit Red Wings Pontuação: 4-0
Super Bowl XXIX: San Francisco 49ers x San Diego Chargers Pontuação: 49-26
US Open Golf: Corey Pavin Pontuação: 280 Campo: Shinnecock Hills GC Localização: Southampton, NY
Série Mundial: Atlanta Braves x Cleveland Indians Série: 4-2

Musicas populares

1. "Creep" ... TLC
2. "Faça uma reverência" ... Madonna
3. "Assim Fazemos" ... Montell Jordan
4. "Você já amou realmente uma mulher? '' ... Bryan Adams
5. "Cachoeiras" ... TLC
6. "Beijo de uma rosa" ... Selo
7. "You Are Not Alone" ... Michael Jackson
8. "Gangsta's Paradise" ... Coolio apresentando L.V.
9. "Fantasia" ... Mariah Carey
10. "Exale" ... Whitney Houston

Filmes populares

1. Batman para sempre
2. Apollo 13
3. Toy Story
4. Pocahontas
5. Ace Ven tura II
6. Casper
7. Die Hard: Com uma vingança
8. Goldeneye
9. Maré Carmesim
10. Waterworld

Ficção
1. "A Câmara" ... John Grisham
2. "Dívida de Honra" ... Tom Clancey
3. "A Profecia Celestina" ... James Redfield
4. "O presente" ... Danielle Steel
5. "Insônia" ... Stephen King
6. "Histórias da hora de dormir politicamente corretas" ... James Finn Garner
7. "Asas" ... Danielle Steel
8. "Acidente" ... Danielle Steel
9. "As Pontes do Condado de Madison" ... Robert James Waller
10. "Divulgação" ... Michael Crichton
••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••
Não-ficção
1. "Na cozinha com Rosie" ... Rosie Daley
2. "Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus" ... John Gary
3. "Cruzando o limiar da esperança" ... João Paulo II
4. "Magic Eye I, N.E." ... Thing Enterprise
5. "O Livro das Virtudes" ... William J. Bennett
6. "Magic Eye II, N.E." ... Thing Enterprise
7. "Abraçado pela Luz" ... Betty J. Eadie com Curtis Taylor
8. "Não fique muito perto de um homem nu" ... Tim Allen
9. "Casais" ... Paul Reiser
10. "Magic Eye Book III, N.E." ... Thing Enterprise

Programas de televisão mais populares

1. Seinfeld (NBC)
2. ER (NBC)
3. Reforma da casa (ABC)
4. Grace Under Fire (ABC)
5. Futebol de segunda à noite (ABC)
6. 60 minutos (CBS)
7. N.Y.P.D. Azul (ABC)
8. Assassinato, ela escreveu (CBS)
9. Amigos (NBC)
10. Roseanne (ABC)

Prêmios da Academia

Melhor Filme: "Coração Valente"
Melhor Diretor: Mel Gibson ... "Coração Valente"
Melhor Ator: Nicolas Cage ... "Leaving Las Vegas"
Melhor atriz: Susan Sarandon ... "Dead Man Walking"

Prêmio Grammy

Canção do Ano: "Beijo de uma Rosa" ... Selo |
Melhor Canção: "Kiss from a Rose" ... Selo
Melhor álbum: "Jagged Little Pill" ... Alanis Morissette
Vocalista masculino: Seal ... "Kiss From a Rose"
Vocalista feminina: Annie Lennox ... "No More 'I Love Yous'"

Prémios Nobel

Química
O prêmio foi concedido em conjunto a: CRUTZEN, PAUL J., Holanda, Max-Planck-Institute for Chemistry, Mainz, Alemanha, b. 1933; MOLINA, MARIO J., U.S.A., (na Cidade do México, México) MIT, Cambridge, MA, U.S.A., b. 1943; e ROWLAND, F. SHERWOOD, EUA, Universidade da Califórnia, Irvine, CA, EUA, b. 1927: "por seus trabalhos em química atmosférica, particularmente no que diz respeito à formação e decomposição do ozônio"

Literatura
HEANEY, SEAMUS, Ireland, Dublin, Ireland, b. 1939: "por obras de beleza lírica e profundidade ética, que exaltam os milagres do cotidiano e o passado vivo"

Paz
O prêmio foi concedido conjuntamente a: JOSEPH ROTBLAT e às CONFERÊNCIAS PUGWASH SOBRE CIÊNCIA E ASSUNTOS MUNDIAIS por seus esforços para diminuir o papel desempenhado pelas armas nucleares na política internacional e, a longo prazo, para eliminar essas armas.

FISIOLOGIA ou MEDICINA
O prêmio foi concedido em conjunto a: LEWIS, EDWARD B., EUA, Instituto de Tecnologia da Califórnia, Pasadena, CA, EUA, b. 1918; NUSSLEIN-VOLHARD, CHRISTIANE, Alemanha, Max-Planck-Institut fur Entwicklungsbiologie, Tubingen, Alemanha, b. 1942; e WIESCHAUS, ERIC F., EUA, Universidade de Princeton, Princeton, NJ, EUA, b. 1947: "por suas descobertas a respeito do controle genético do desenvolvimento embrionário inicial"

Física
O prêmio foi concedido "por contribuições experimentais pioneiras à física leptônica" com metade para: PERL, MARTIN L., EUA, Universidade de Stanford, Stanford, CA, EUA, b. 1927, "para a descoberta do tau lepton" e com uma metade para: REINES, FREDERICK, EUA, Universidade da Califórnia em Irvine, Irvine, CA, EUA, b. 1918, d. 1998: "para a detecção do neutrino"

Prêmios Pulitzer

Drama: Horton Foote ... "O Jovem de Atlanta"
Ficção: Carol Shields ... "The Stone Diaries"
História: Doris Kearns Goodwin ... "Sem tempo comum: Franklin e Eleanor Roosevelt"
Reportagem internacional: Mark Fritz ... "Associated Press"
Reportagem nacional: Tony Horwitz ... "Wall Street Journal"
Serviço público: "Virgin Islands Daily News"


Mario J. Molina

Mario Molina nasceu na Cidade do México e sempre quis ser químico. Ele frequentou um internato na Suíça desde os 11 anos, pois era considerado importante para um químico entender o alemão. Mais tarde, ele estudou para se tornar um engenheiro químico no México antes de continuar seu trabalho na Europa e em Berkeley, Califórnia, nos Estados Unidos. Seu tempo em Berkeley foi estimulante, e foi lá que ele descobriu como os freons danificam a camada de ozônio.

A atmosfera ao redor de nossa Terra contém pequenas quantidades de moléculas de ozônio feitas de três átomos de oxigênio. O ozônio tem desempenhado um papel importante na absorção da radiação ultravioleta do sol, que de outra forma impactaria negativamente a vida na Terra. Em 1974, Mario Molina e Sherwood Rowland demonstraram que os gases CFC, freons, têm um efeito prejudicial sobre o ozônio na atmosfera. Freons tinham muitos usos, incluindo propelentes em latas de spray e refrigerantes em refrigeradores. Ao limitar o uso de freons, a redução da camada de ozônio foi retardada.

Para citar esta seção
Estilo MLA: Mario J. Molina & # 8211 Facts. NobelPrize.org. Nobel Media AB 2021. Qui. 17 de junho de 2021. & lthttps: //www.nobelprize.org/prizes/chemistry/1995/molina/facts/>

Saber mais

Prêmio Nobel de 2020

Doze laureados receberam o Prêmio Nobel em 2020, por realizações que trouxeram o maior benefício para a humanidade.

Seus trabalhos e descobertas vão desde a formação de buracos negros e tesouras genéticas até esforços para combater a fome e desenvolver novos formatos de leilão.


Quais eventos aconteceram em 1995

Ataque terrorista doméstico no Edifício Federal Alfred P. Murrah, no centro de Oklahoma City, matando 168 pessoas e ferindo mais de 680 pessoas

Mais informações e cronograma para o atentado de Oklahoma City

1. 1988 Timothy McVeigh conhece Terry Nichols em Fort Benning durante o treinamento básico para o Exército dos EUA

2. 1993 McVeigh vai para Waco durante o cerco de Waco e decide bombardear um prédio federal em resposta aos ataques e planejado para um ataque em 19 de abril de 1995, para coincidir com o aniversário do cerco de Waco

3. 14 de abril McVeigh aluga um caminhão Ford F-700 1993 da Ryder com o nome de Robert D. Kling,

4. 17-18 de abril McVeigh e Nichols transformam o caminhão alugado em uma bomba gigante com 4.800 libras de explosivos

5. 19 de abril 8:50 Timothy McVeigh dirige o caminhão cheio de explosivos ajustando 2 temporizadores para detonar a bomba e estacionou o caminhão Ryder em uma área de entrega situada sob a creche do prédio,

6. Às 9h02, o caminhão, contendo fertilizante de nitrato de amônio, nitrometano e mistura de óleo diesel, detonou na frente do lado norte do Edifício Federal Alfred P. Murrah de nove andares. Centenas de pessoas morreram ou ficaram feridas. Um terço do prédio foi destruído pela explosão,

7. O FBI passou algum tempo após o bombardeio tentando decidir se eram terroristas internacionais ou terrorismo doméstico

8. Timothy McVeigh foi preso 90 minutos após a explosão pelo policial estadual de Oklahoma Charlie Hanger por dirigir seu Mercury Marquis 1977 amarelo sem placa, e o prendeu por ter uma arma escondida

9. Agentes federais de 21 de abril assumem a custódia de McVeigh enquanto continuam sua investigação sobre o atentado

10. Junho de 1997 Timothy McVeigh é considerado culpado e condenado à morte

11. 11 de junho de 2001 Timothy McVeigh foi executado por injeção letal no Complexo Correcional Federal, Terre Haute em Terre Haute, Indiana

12. 26 de maio de 2004 Terry Nichols é considerado culpado de 161 acusações de homicídio em primeiro grau e condenado a 161 penas consecutivas de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional


Destaques esportivos de 1994

Aqui estão os destaques esportivos do mundo dos esportes em 1994. Houve alguns eventos esportivos mundiais importantes este ano, como as Olimpíadas de Inverno, a Copa do Mundo da FIFA e os Jogos da Commonwealth.

o Copa do Mundo FIFA veio aos EUA pela primeira vez, quebrando o recorde de público do torneio com quase 69.000 espectadores por jogo. O Brasil se tornou a primeira nação a ganhar quatro títulos da Copa do Mundo, derrotando a Itália por 3–2 na disputa de pênaltis depois que o jogo terminou em zero. Foi a primeira final de Copa do Mundo a ser decidida nos pênaltis.

O mundo também ficou chocado com a morte de Andrés Escobar, um jogador de futebol colombiano que foi baleado e morto no que é amplamente considerado um assassinato devido ao seu próprio gol na Copa do Mundo.

No futebol inglês, Manchester United repetiu a seca vencendo a liga no ano passado, mas acrescentou a isso a FA Cup para ganhar uma dupla rara. Na final da Copa da Inglaterra, eles derrotaram o Chelsea por 4 a 0 com Eric Cantona marcar duas vezes de pênalti.

Havia um Liga Principal de Beisebol greve do jogador, com duração de 232 dias, de 12 de agosto de 1994 a 2 de abril de 1995. Consequentemente, não houve a Série Mundial de Beisebol. A única outra vez em que nenhuma World Series foi disputada foi em 1904.

Senhor Richard Hadlee da Nova Zelândia manteve o maior número de postigos de teste em 431 por vários anos até que foi quebrado por Kapil Dev da Índia em 8 de fevereiro. Kapil Dev retirou-se do críquete de teste logo depois disso, em março, com um total de 434 postigos. Embora o registro pareça insignificante hoje com Muttiah Muralitharancom um total de 800 postigos, era uma marca muito respeitada na época.

O ano também viu a aposentadoria do grande australiano Allan Border e o surgimento das Índias Ocidentais Brian Lara que marcou 375 corridas em um único dia contra a Inglaterra. Lara no final daquele ano também marcou 390 em um único dia e um total de 501 corridas em uma partida de críquete na Inglaterra.

Foi o ano da Olimpíadas de Inverno, e o drama começou bem antes dos jogos. Nancy Kerrigan, a então estrela patinadora foi atacada no joelho por seu rival Tonya Harding 'guarda-costas s. Kerrigan, no entanto, se recuperou da lesão em semanas e conquistou a medalha de prata.

Michael Schumacher ganhou seu primeiro campeonato de pilotos por um ponto em um dos campeonatos mais disputados da história da F1. A temporada de 1994, porém, seria lembrada para sempre pelo acidente e morte do grande piloto Ayrton Senna.

Abaixo está uma linha do tempo de alguns resultados significativos no mundo do esporte no ano de 1994.

Encontro Resultados
Jan Simples de tênis do Aberto da Austrália vencidos por Pete Sampras e Steffi Graf
Fev Super Bowl realizado em Atlanta vencido por Dallas
12 a 27 de fevereiro Jogos Olímpicos de Inverno foram realizados em Lillehammer, Noruega
abril Golf Masters vencido por José María Olazábal (1ª vitória)
Poderia Tênis Aberto da França vencido por Sergi Bruguera e A. Sanchez Vicario
Junho Golf US Open vencido por Ernie Els.
17 de junho a 17 de julho Torneio da Copa do Mundo da FIFA (Futebol) foi realizado nos EUA, vencido pelo Brasil
Julho a Volta da França de Ciclismo de 1994 foi vencida por Miguel Induráin
Julho Tênis em Wimbledon vencido por Pete Sampras e Conchita Martinez
Julho Golf British Open vencido por Nick Price
18 a 28 de agosto Jogos da Commonwealth realizados em Victoria, Canadá.
Agosto Golf US PGA vencido por Nick Price (2ª vitória)
Set Tênis US Open vencido por Andre Agassi e A. Sanchez Vicario

Observe que as datas dos eventos anteriores nem sempre são conhecidas e, às vezes, são colocadas apenas no mês em que o evento atual é realizado. Se nenhuma data exata for listada, é apenas um mês estimado em que foi realizada.

Se você tiver uma correção ou souber de eventos que deveriam ser incluídos aqui, por favor me avise.


19: Captura de capacete

Eli Manning e David Tyree estarão para sempre ligados por um capacete muito famoso.

Indo para o Super Bowl XLII em 2008, o New England Patriots ostentava um recorde invicto, e o New York Giants era um azarão.

Depois de 14-10 com o jogo terminando, os Giants enfrentaram um terceiro e um 5 em seu próprio território, Manning acertou David Tyree para um passe de 33 jardas, uma das pegadas características da história da NFL.

Os Giants marcaram na corrida e ganharam o jogo, terminando a primeira vitória da temporada dos Patriots tímida da perfeição.


Getty Images destaca os grandes momentos de 1995

1 de 33 Talvez o julgamento mais infame de todos os tempos como o ícone do esporte OJ Simpson foi julgado por duplo homicídio, criando o circo de mídia mais intenso que o mundo já viu. As luvas não serviram, OJ saiu e uma nação permaneceu profundamente dividida. POOL / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

2 de 33 observadores reais provavelmente ficaram aliviados depois que o colapso do casal mais famoso do planeta estava para ser formalizado. Finalmente, HM The Queen aconselhou "um divórcio antecipado" para Lady Diana Spencer e Charles, Príncipe de Gales. Tim Graham / Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

4 de 33 O comerciante desonesto Nick Leeson, o novo bad boy do mundo financeiro, é preso por colocar o Barings Bank de joelhos. Seu comércio ilegal custou aos mercados incríveis US $ 1,4 bilhão. JOHN MACDOUGALL / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

5 de 33 A vida era como uma caixa de chocolates para Tom Hanks, que conquistou a glória do Oscar de melhor ator em 'Forrest Gump', enquanto Jessica Lange recebeu as honras de melhor atriz em 'Blue Sky' MEGA / Gamma-Rapho, Getty Images Show More Mostre menos

7 de 33 'Toy Story' se tornou o primeiro longa-metragem completo de animação por computador e Buzz Lightyear foi lançado para o mundo. As meias infantis de Natal nunca mais seriam as mesmas. Yvonne Hemsey / Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

8 de 33 Conte as pessoas nesta foto, se puder, mas esta é a visão de DC durante a Million Man March, organizada por ativistas sociais como um dia de empoderamento para homens afro-americanos. TIM SLOAN / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

10 de 33 Fãs do blockbuster de sitcom 'Friends' tiveram que esperar o que parecia uma vida inteira para Ross e Rachel se juntarem - a vontade que eles não ganharam e eles questionaram respondida em estilo épico: a noite chuvosa, uma discussão e cerca de 30 episódios depois que o programa foi ao ar, um beijo muito esperado no Central Perk. Robert Isenberg / NBC, NBCU Photo Bank, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

11 de 33 Depois de anos de uma sangrenta guerra civil, o Acordo de Dayton foi assinado em dezembro, encerrando os combates sérvios-bósnios. David Brauchli / Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

13 de 33 Nada mal para um monte de coisas de segunda mão. Colocando a casa de leilões on-line e para você e para mim - 1995 viu a fundação do eBay. James D. Wilson / Liaison Agency, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

14 de 33 Israel lamentou a morte de seu primeiro-ministro Yitzhak Rabin, que foi assassinado por um extremista de direita Peter Turnley / Corbis, VCG, Getty Images Show More Show Less

16 de 33 milionário americano Steve Forbes anunciou que estava concorrendo à indicação presidencial republicana. Ele não chegou perto, apesar de ganhar alguma participação nas primárias. Como se a ideia de um empresário milionário concorrendo à presidência fosse decolar. James Leynse / Corbis, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

17 de 33 A lutadora pela liberdade Aung San Suu Kyi é libertada após 14 anos de prisão domiciliar pelo governo birmanês. Ela iria ganhar um prêmio Nobel e seus países as primeiras eleições abertamente contestadas. MANUEL CENETA / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

19 de 33 O apresentador de talk show David Letterman recebeu mais do que esperava quando a atriz e criança selvagem Drew Barrymore subiu em sua mesa e mostrou o apresentador. O público engasgou, Letterman ajustou sua gravata e Barrymore atirou mais uma vez na história da TV. Alan Singer / CBS, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

20 de 33 Ícone global Nelson Mandela apresenta o troféu ao vitorioso François Pienaar, enquanto a África do Sul derrotou a Nova Zelândia e voltou para casa com as honras da Copa do Mundo de Rúgbi. JEAN-PIERRE MULLER / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

22 de 33 Milhões de dedos e polegares primeiro pegaram o Sony Playstation, que mudaria a face dos jogos para sempre. Enfrentando a Sega e a Nintendo, a Sony esmagou-a em sua estreia na Expo de jogos daquele ano. WipeOut alguém? Robert Lachman / Los Angeles Times, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

23 de 33 Controle de solo para o Major Valeri Polyakov. O Cosmonauta é visto aqui se juntando à tripulação do US Challenger. Em 1995, Polyakov marcou um recorde de 366 dias em órbita a bordo da estação espacial MIR. F. Carter Smith / Sygma, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

25 de 33 Não temos certeza do que estava na mente de Christopher Warrens nesta foto, mas todos nós nos aproximamos da paz mundial em maio, quando 170 nações assinaram o tratado de não proliferação nuclear. BOB STRONG / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

26 de 33 Timothy McVeigh faz história sombria ao ser considerado culpado pelo atentado de Oklahoma City, que matou 168, feriu mais de 500 e chocou os Estados Unidos. BOB DAEMMERICH / AFP, Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

28 de 33 "Estou de volta!" Michael Jordan, um dos atletas mais bem-sucedidos de todos os tempos, saiu da aposentadoria e anunciou seu retorno à NBA JOHN RUTHROFF / AFP, Getty Images Show More Show Less

29 de 33 Hugh Grant, o ator famoso por ser mais inglês do que uma xícara de chá em um dia chuvoso, ganhou as manchetes surpreendentes em LA quando foi preso por 'conduta obscena' com a trabalhadora do sexo Divine Brown. Grant fez as rondas de desculpas de relações públicas e Brown se tornou uma milionária. Steve Granitz / WireImage Mostrar mais Mostrar menos

31 de 33 Estava destinado de fato a Live Long And Prosper - e havia muitos trekkies felizes quando o sucesso cult 'Star Trek' entrou em sua 4ª série. CBS / Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

32 de 33 Steffi Graf alcançou a vitória sobre Monica Seles em uma das finais mais esperadas em anos. Seles voltou à forma depois de uma facada chocante na quadra em 1993, mas Graf provou ser demais em uma final que se classificou como um dos maiores de todos os tempos. Focus on Sport / Getty Images Mostrar mais Mostrar menos

O O.J. O caso de assassinato de Simpson não foi a única grande coisa que aconteceu em 1995, de acordo com a Getty Images.

Em uma galeria intitulada "Where Were You in 1995", a agência fotográfica compilou imagens dos maiores momentos daquele ano.

A primeira temporada aclamada pela crítica de "American Crime Story" e a minissérie de documentários da ESPN "O.J .: Made in America" ​​ajudaram a ressurgir o espetáculo e a polêmica do O.J. Caso de assassinato de Simpson mais de uma década depois.

E no lado mais fictício das coisas, Rachel e Ross finalmente se envolveram no seriado de sucesso da NBC "Friends".

Confira os maiores eventos de 1995 na galeria acima.


Em 1962, nas colinas a oeste da Universidade de Stanford, começou a construção da estrutura mais longa e reta do mundo. O acelerador de partículas lineares - inicialmente apelidado de Projeto M e carinhosamente conhecido como "o Monstro" pelos cientistas que o conjuraram - aceleraria os elétrons quase à velocidade da luz para experimentos inovadores na criação, identificação e estudo de partículas subatômicas.

A Universidade de Stanford arrendou o terreno ao governo federal para o novo Stanford Linear Accelerator Center e forneceu a inteligência para o projeto, preparando o terreno para uma parceria científica produtiva e única que continua até hoje, possibilitada pelo apoio e supervisão sustentados do Departamento dos EUA de energia.

Logo depois que o novo acelerador atingiu a operação plena, uma equipe de pesquisa incluindo os físicos do SLAC e do Massachusetts Institute of Technology usou o feixe de elétrons para descobrir que os prótons no núcleo atômico eram compostos de entidades menores chamadas quarks. Essa pesquisa levou ao Prêmio Nobel de Física de 1990, dividido por Richard Taylor e Jerome I. Friedman do SLAC e Henry Kendall do MIT.

Doze anos após a fundação do SLAC, os pesquisadores novamente encontraram o ouro da física com descobertas que foram possíveis com a adição do Stanford Positron Electron Asymmetric Ring (SPEAR). No que ficou conhecido como a "Revolução de Novembro" na física de partículas, experimentos conduzidos pelos físicos Burton Richter no SLAC e Samuel Chao Chung Ting no Laboratório Nacional de Brookhaven anunciaram suas descobertas independentes da partícula J / psi, que consiste em um quark charme pareado e quark anti-encanto, em 1974. Eles receberam o Prêmio Nobel de Física por este trabalho em 1976.

E em 1975, o físico do SLAC Martin Perl anunciou a descoberta do tau lepton, um parente pesado do elétron e o primeiro de uma nova família de blocos de construção fundamentais, pela qual ele compartilhou o Prêmio Nobel de Física em 1995.

Essas descobertas e outras que remodelaram nossa compreensão da matéria foram potencializadas por uma série de coletores e detectores:

  • O Positron-Electron Project (PEP), um anel colisor com um diâmetro quase 10 vezes maior que o SPEAR, funcionou de 1980-90.
  • O Stanford Linear Collider, concluído em 1987, permitiu aos cientistas concentrar os feixes de elétrons e pósitrons do acelerador linear original em pontos de tamanho mícron para colisões. O SLC sediou uma década de experimentos seminais.
  • O PEP foi seguido pelo projeto PEP-II, que incluiu um conjunto de dois anéis de armazenamento e operou de 1998-2008.

O Stanford Synchrotron Radiation Project, que foi aberto a pesquisadores visitantes em 1974, usou radiação eletromagnética gerada por partículas circulando em SPEAR para explorar amostras em escala molecular. Seu descendente modernizado, o Stanford Synchrotron Radiation Lightsource, agora suporta 30 estações experimentais e cerca de 2.000 pesquisadores visitantes por ano. A SPEAR, agora conhecida como SPEAR3 após uma série de atualizações, passou a se dedicar às operações de SSRL há 20 anos e celebrou seu 40º aniversário em 2012.

Roger D. Kornberg, professor de biologia estrutural em Stanford, recebeu o Prêmio Nobel de Química em 2006 pelo trabalho que detalha como o código genético do DNA é lido e convertido em uma mensagem que direciona a síntese de proteínas. Aspectos-chave dessa pesquisa foram realizados no SSRL.

Enquanto isso, as seções do acelerador linear que definiu o laboratório e sua missão em seus anos de formação ainda estão conduzindo feixes de elétrons hoje como a espinha dorsal de alta energia de duas instalações de ponta: o primeiro laser de elétrons livres de raio-X rígido do mundo, o Linac Coherent Light Source (LCLS), que começou a operar em 2009, e FACET, um banco de testes para tecnologias de aceleradores de última geração.

A missão científica do SLAC diversificou-se de um foco original em física de partículas e ciência do acelerador para incluir cosmologia, materiais e ciências ambientais, biologia, química e pesquisa de energia alternativa.

Os cientistas ainda chegam aos milhares para usar as instalações de laboratório para um espectro ainda mais amplo de experimentos, da arqueologia ao desenvolvimento de drogas, aplicações industriais e até mesmo a análise de fósseis de dinossauros e objetos de arte. Grande parte dessa diversidade em experimentos de classe mundial é baseada nas modernizações contínuas do SSRL e nos recursos exclusivos do LCLS.

A colaboração de longa data do laboratório com o CERN em Genebra, Suíça, proporcionou uma centelha importante nos anos de formação da World Wide Web e levou ao lançamento do SLAC do primeiro servidor da Web nos Estados Unidos. O SLAC também está desempenhando um papel importante no experimento ATLAS no Large Hadron Collider do CERN, um esforço internacional para explorar os menores componentes da matéria, onde a evasiva partícula de Higgs foi descoberta recentemente.

A experiência em detectores de partículas elevou até a pesquisa do SLAC para o espaço sideral. O SLAC gerenciou o desenvolvimento do Telescópio de Grande Área com detecção de raios gama, o principal instrumento a bordo do Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi que foi lançado em órbita em 2008 e continua a fazer inúmeras descobertas.

O laboratório também ganhou a função de construir a maior câmera digital do mundo para o Observatório Vera C. Rubin, em construção no topo de uma montanha chilena desde 2015.

Em 2012, o laboratório celebrou seu 50º aniversário com uma série de eventos de dois dias para funcionários, luminares da ciência e líderes governamentais e universitários. Foi mais do que uma homenagem às importantes descobertas e prêmios Nobel possibilitados pelas mentes e máquinas do SLAC. Foi também um olhar para a evolução contínua do laboratório e crescimento em novas fronteiras da pesquisa científica que o manterá na vanguarda das descobertas nas próximas décadas.


Os prêmios acadêmicos estão decepcionando a equipe?

Seria grosseiro sugerir que os milhares de cientistas em todo o mundo que correm para encontrar um tratamento ou vacina eficaz para Covid-19 estão fazendo isso para glória pessoal. A corrida, eles sugerem, não é uma contra a outra, mas contra o tempo. E o prêmio é a saúde global - não 9 milhões de coroas suecas (£ 775.000) e um jantar de gala em Estocolmo sem necessidade de distanciamento social.

No entanto, tais afirmações de altruísmo não impediram que várias pessoas sentissem a necessidade de oferecer ou propor grandes prêmios em dinheiro para recompensar os esforços antivirais. Uma dessas pessoas, de fato, foi laureada com o Nobel. Paul Romer, que dividiu o prêmio de economia de 2018, disse Times Higher Education em maio, um prêmio de £ 1 bilhão incentivaria as universidades americanas a criar e entregar um teste de coronavírus para 10 milhões de pessoas por dia.

Não é difícil, também, prever que os conquistadores da Covid-19 se encontrarão rapidamente jantando às custas da Fundação Nobel. Mas escolher exatamente quem convidar pode muito bem apresentar à fundação um problema tão diabólico quanto encontrar uma fenda na armadura do vírus.

Em uma era de grandes equipes científicas, os prêmios Nobel de química, física e fisiologia ou medicina têm sido cada vez mais perseguidos por uma sensação de que seu limite de três recipientes por prêmio é insustentavelmente estreito. Com um elenco de milhares aplicando seus ombros na roda Covid-19, será que finalmente chegamos ao momento em que o foco dos prêmios no suposto gênio individual sobre o trabalho em equipe eficaz é reexaminado?

“Há tantas pessoas que merecem crédito por tantas coisas [em relação à pesquisa da Covid-19] - não vejo como você reconheceria [apenas] uma única pessoa”, reflete Martin Rees, astrônomo real do Reino Unido, um ex-presidente da Royal Society e um crítico de longa data do limite de recebedores de prêmios Nobel. “Se alguém apareceu com um antiviral inteiramente novo, eles podem merecer, mas esses projetos geralmente envolvem muitas, muitas pessoas. Às vezes é certo dar o Nobel a indivíduos, mas é errado quando o trabalho feito por grandes equipes é negligenciado. ”

Por exemplo, na física, a descoberta de que a expansão cósmica está se acelerando envolveu cerca de 30 investigadores em dois grupos. Ainda assim, o prêmio Nobel de 2011 reconhecendo a descoberta “foi para três indivíduos, embora vários outros tivessem registros tão distintos quanto os vencedores”, diz Rees.

Portanto, para Rees, a recente chegada de novos prêmios que permitem que equipes maiores sejam homenageadas é um passo bem-vindo. “O domínio do Nobel não é saudável, e é bom ter outros prêmios com critérios e assuntos diversos reconhecidos”, diz.

De acordo com um estudo de 2018 publicado em Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS), o número de prêmios científicos dobrou a cada 25 anos no século passado, de modo que, em 2018, mais de 350 prêmios notáveis ​​foram concedidos em biologia, química, física, matemática ou uma combinação deles.

Exemplos mais antigos de prêmios incluem a maior honra da Royal Society, a Medalha Copley, concedida pela primeira vez em 1731 e agora vem com um prêmio de £ 25.000 a Medalha Fields de C $ 15.000 (£ 8.900), concedida a cada quatro anos desde 1936 para até quatro matemáticos sob o 40 anos e o prêmio Lasker de US $ 250.000 (£ 200.000) em ciências médicas, concedido anualmente desde 1945 e às vezes conhecido como Nobel dos EUA.

Mas um excesso de prêmios lucrativos chegou muito mais recentemente. Destes, o mais notável é o Prêmio Revelação, o maior prêmio monetário em ciências, que dá $ 3 milhões (£ 2,3 milhões) a cada um de seus vencedores em matemática, física fundamental e ciências da vida, totalizando um prêmio de $ 21,6 milhões em total no ano passado. Embora os prêmios sejam limitados a um destinatário por ano em matemática e física e quatro em ciências da vida, o prêmio 2020 em física foi dividido igualmente entre os 347 membros da Event Horizon Telescope Collaboration, que recentemente lançou luz sobre a natureza do negro furos.

Apoiado por alguns dos bilionários mais famosos do Vale do Silício, incluindo Mark Zuckerberg do Facebook e Sergey Brin do Google, os chamados Oscars da Ciência, no entanto, enfrentaram algumas críticas e até mesmo confusão por sua tentativa de casar a cultura das celebridades de Hollywood com a ciência. Vencedores da descoberta recebem seus prêmios de atores, atletas e supermodelos emparelhados com vários empreendedores de tecnologia recentes compères incluem James Corden, Morgan Freeman e Pierce Brosnan.

Apesar de todo esse glamour, os prêmios - concedidos pela primeira vez em 2012 - comandam apenas uma fração da publicidade do Nobel. No entanto, uma vez que cobrem muitas das mesmas categorias, são considerados como tendo alterado algumas das omissões mais flagrantes do último. Em 2018, por exemplo, a astrofísica britânica Jocelyn Bell Burnell ganhou o Prêmio Revelação por sua co-descoberta de pulsares de rádio em 1967 - um feito pelo qual seu orientador de PhD, Antony Hewish, recebeu o prêmio Nobel de 1974. A própria Burnell descartou a controvérsia, mas sua decisão de doar todos os seus ganhos para uma bolsa de estudos para mulheres, minorias e pesquisadores de física refugiados ajudou a elevar o perfil dos prêmios.

Outros prêmios recentemente estabelecidos também duplicam algumas categorias já cobertas pelo Nobel. Por exemplo, o Prêmio Shaw, fundado em 2004, cobre astronomia, ciências matemáticas e ciências da vida e medicina. Financiado pelo filantropo de Hong Kong Sir Run Run Shaw, o prêmio “Nobel do Oriente” oferece £ 1,2 milhão em cada categoria, a ser compartilhado - como os Nobel - por até três pessoas.

Mas um estudo recente descobriu que mesmo dentro da física, química, fisiologia e medicina, apenas cinco subcampos foram responsáveis ​​por mais da metade dos prêmios Nobel concedidos entre 1995 e 2017. E alguns dos novos prêmios foram úteis para preencher as lacunas no Cobertura de Nobels, diz Rees. Isso inclui o Prêmio Kavli, fundado pelo bilionário norueguês Fred Kavli e executado em associação com a Academia Norueguesa de Ciências e Letras, que concedeu US $ 1 milhão em astrofísica, nanociência e neurociência a cada dois anos desde 2008. Embora não haja limite máximo para o número de destinatários é especificado publicamente, os prêmios geralmente são restritos a três pessoas ou menos apenas quando quatro pessoas compartilham um prêmio.

Enquanto isso, o Prêmio Tang, fundado pelo magnata da propriedade de Taiwan Samuel Yin e apelidado de "Nobel da Ásia", concede cerca de NT $ 40 milhões (£ 1 milhão) cada para até três indivíduos ou instituições - mais uma bolsa de pesquisa de NT $ 10 milhões - em quatro áreas: desenvolvimento sustentável, ciência biofarmacêutica, sinologia e “estado de direito”.

No entanto, qual é o propósito de tais prêmios? Do they inspire researchers to great things? Do they secure science’s place in the public imagination? Do they ensure that the best scientists receive the rewards that their talent and hard work deserve but that universities can rarely afford? Or do they tap into and encourage less worthy motives and behaviour?

“Virtually every young student of science has had a fantasy about winning a Nobel prize,” says Venki Ramakrishnan, president of the Royal Society and winner of the 2009 prize in chemistry, in his 2018 book, Gene Machine. “But as we mature, these fantasies quickly take a back seat to reality…[so] nobody goes into an area of research with the idea that there will be a big award at the end.”

However, he adds, “scientists are only human” and, “like everyone else, we can be ambitious and competitive and crave recognition. Instead of inculcating a feeling that the work is its own reward, the scientific establishment feeds this desire to feel special and somehow better than our peers at virtually every stage of the process…It is the darker side of a natural human desire to feel respected by our colleagues.”

Philip Moriarty, professor of physics at the University of Nottingham, adds that the extent to which ego and recognition are bound up can be revealed when people miss out on prizes. Although he has been “fortunate” enough not to have directly encountered prize-chasing behaviour, he is aware that it goes on. He has heard, for instance, of “certain academics being very miffed” when they were not made fellows of the Royal Society. “But the extent to which this distorts their science is not entirely clear,” he cautions. “It’s bound up entirely with publications and journal prestige: citations lead to prizes lead to citations…Papers in Ciência e Natureza play a key role in generating invitations to speak at conferences. Yes, the work is often groundbreaking, too, but there’s a ‘symbiotic’ relationship between journal prestige, invitations to conferences, visibility and prizes.”

For David Sanders, associate professor of biological sciences at Purdue University, research grants and appointments can be determined on the basis of previous prizes and are often unmerited: “Many [people] are actually insecure about their ability to evaluate others and use awards given by others earlier as a crutch for making their decisions,” he says. Indeed, he goes further, suggesting that while awards can play a useful role in highlighting the contributions of scientists to society, they are “too often ways for friends to reward friends, rather than a true measure of scientific achievement”.

This sense of prizewinners being members of an exclusive club is borne out by a 2018 PNAS paper, authored by Northwestern University researchers Yifang Ma and Brian Uzzi. Analysing 307 major awards since 1900, the researchers found that almost two-thirds of the winners had won at least two prizes over their careers nearly 14 per cent had won five and some had collected as many as 20. For instance, Rainer Weiss, one of the three recipients of the 2017 physics Nobel for his role in the detection of gravitational waves, had previously won an Einstein Medal (established in 1979) and a Shaw Prize.

The smallness of the club of scientific prizewinners may be partly explained by the fact that science has become more transdisciplinary, which allows researchers who make important discoveries to win prizes across a number of disciplines, suggest Ma and Uzzi (Ramakrishnan, for example, won the chemistry prize despite being a biologist). But heaping prizes on a few scientific superstars may also reflect a desire among award organisers to gain reflected glory for themselves, says Jeremy Sanders, a former pro vice-chancellor at the University of Cambridge, who recently chaired a review of the Royal Society of Chemistry’s prize portfolio.

“You see the same when universities give honorary degrees to people who have more prizes than they know what to do with – the honour really belongs to the awarding institution,” says Sanders. While the profile of an award is important in reputational terms, selecting the same candidates can dull its impact, he adds: “By the time Cambridge came to give an honorary degree to Nelson Mandela, there were seven other universities who wanted to do the same, so they were all given in a special ceremony at Buckingham Palace.”

Nor is handing so many prizes to individuals throughout their careers “entirely healthy”, Sanders believes, because that “ladder of expectation” puts certain scientists on the radar of prize committees, while late bloomers or those from “more unconventional” backgrounds find it harder to gain acclaim. “There needs to be a special effort to consider mid- or late-career researchers who have not won a prize earlier on in their career,” says Sanders, whose review team also recommended that more prizes be given to team science, technicians and interdisciplinary research to “reflect how science is done today”.

The team’s report, published in December, also flagged the issue of nepotism: 41 per cent of 1,821 people surveyed – including prizewinners, judges and scientists – agreed that this was a problem. This is borne out by Ma and Uzzi’s analysis of more than 10,000 prizewinners, which found that scientists who co-authored with or were taught by prizewinners were disproportionately likely to become multiple prizewinners themselves. The domination of awards by this “intertwined set of scientists” may make them “vulnerable to in-group thinking that can keep good ideas out or create in-group biases”, Ma and Uzzi add.

Nazira Karodia, professor of science education at the University of Wolverhampton and head of its School of Science and Engineering, was a member of the Royal Society of Chemistry’s review body. She believes that the dominance of older white, male professors in learned societies could also lead to a “structural and cultural bias, perhaps unconsciously”, against women, gay people and ethnic minorities, despite efforts to remain vigilant about it. “To succeed or be noticed, members from these groups often have to work harder – this can be frustrating and dispiriting,” she explains.

The Nobel prizes, of course, have long been the subject of controversy for the low numbers of women who have been honoured. Only two women have won the prize in economics since it was founded in 1969. And of the original science prizes, awarded since 1901, only three women have won in physics, five in chemistry and 12 in physiology or medicine. Nor do the more recently established awards appear to have broken the mould. The flagship Breakthrough Prizes, for example, have gone to 11 men and no women in maths in life sciences, the ratio is 38:10, and in physics, Bell Burnell is one of just two female individual winners, against 45 men.

It is sometimes suggested that part of the explanation for the low female award rate may relate to the prize’s recipient limits, with women more likely to be team players and men more likely to pursue personal glory. The physicist Dame Athene Donald, master of Churchill College, Cambridge, is sceptical. “But I do think there are those who are motivated by seeing the next generation flourish more than by winning prizes for themselves,” she adds. “Perhaps there is a higher percentage of women in that group than men, but I don’t believe it would be clear-cut.”

But she does agree that the Nobels and similar prizes “favour individualism at the expense of good teams and collaborations”, and she believes that the Covid-19 pandemic should be used “to rethink incentivisation overall in academia, and consider more seriously rewarding bringing on the next generation or being good citizens at least as much as judging people by crude metrics of citations”.

Perhaps one way to overcome bias might be to offer prizes for specific, desired breakthroughs that have not yet occurred: the first to come up with the solution, whatever their background, would take the rewards. Such prizes, moreover, have an impressive history of yielding results, according to Anton Howes, head of innovation at the UK business thinktank the Entrepreneurs Network. As historian-in-residence at the Royal Society of Arts, he has studied how the society achieved extraordinary results in the 18th and 19th centuries by offering cash prizes and medals to those who found solutions to problems identified by its members. This resulted in the invention of, among other things, the lifeboat, new safe cranes for building sites and the “scandiscope”: a cheap, flexible and extendable brush that ended the need for child chimney sweeps to climb up the flues.

In the modern era, the longitude prize offered by the UK government in the 18th century for a device to determine a ship’s longitude has been revived in pursuit of a test that will allow doctors “to administer the right antibiotics at the right time”, thus reducing antibiotic resistance. Howes himself cites the $1 million prize pot recently announced by Georgetown University economist Tyler Cowen to help speed coronavirus innovations. While he doubts that “any chemist or physicist has gone into science because they wanted to win the Nobel prize”, he does believe that cash rewards can incentivise breakthroughs.

The risk, of course, is that lucrative competitions also directly incentivise the individualistic behaviour that critics of traditional award prizes lament. That is particularly the case since, as Rees notes, the original purpose of prize money – to support the winners’ research – has been superseded by other funding mechanisms, meaning that winners now pocket all the cash for their personal use.

So would it be better if prizes were just abolished entirely?

Moriarty is “not a particular fan of prizes because they don’t reflect the intensely collaborative nature of science too often, those who have actually done the research are overlooked because the group leader, who last stepped in the lab in 1997, gets all the plaudits”. However, he suggests, prizes “could be exploited in a beneficial way to improve visibility and recognition of under-represented groups”.

But Karodia dismisses the idea of awards solely for women or ethnic minorities because “to be recognised because you have a different background would be demeaning. No one cares to be patronised in that way.” Instead, she advocates “sensitivity training” for prize committees, to help them “look closer, delve deeper and seek strength in non-obvious candidates”.

The number of prizewinners could also be expanded, she adds. Science could, for instance, follow the 2020 Turner Prize for art, which has cancelled this year’s award and will instead donate £10,000 each to 10 deserving artists. “We need to start looking beyond the ‘wunderkind’ or the ‘star’ to general excellence,” she argues. Making “collaborative effort or merit awards, to be shared by a larger number of unrelated people” would “spread the praise and, thus, reach further”. In the late 1980s, David Sanders went so far as to suggest that the Nobels should be replaced (or at least complemented) by a “Molecule of the Year” prize – an idea taken up by Daniel E. Koshland Jr, then the editor of Ciência magazine and also Sanders’ supervisor – because this would “allow everyone in the research area to take pride in the designation”.

In Rees’ view, exalting individual scientists not only reflects a distorted view of how modern science often operates, it can be bad for both laureates and society if the garlanded few are relied on as infallible sages on all matters, scientific or otherwise. “The public think Nobel winners are the great intellects of our age, but the prize recognises one outstanding contribution – [a laureate] may get lucky in whether they are recognised for that achievement or not,” Rees says. “They are usually no more informed on matters outside their field than any other university professor.”

A recent analysis of the lifetime output of recent Nobel winners supports the notion that they are indeed no more outstanding than most senior scientists. According to the paper “Nobel laureates are not hot”, published in Scientometrics in February, only a third of the 97 winners of the Nobel science and economics prizes between 2010 and 2019 are among the top 6,000 scientists globally in terms of citations. And a recent paper in the Journal of the Royal Society Interface adds that the careers of Nobel laureates before winning “follow relatively similar patterns to ordinary scientists, being characterised by hot streaks and increasing reliance on collaborations”.

The Royal Society of Chemistry’s Sanders acknowledges that prizes’ continued lauding of individuals at the expense of teams is untenable. “It is often hard to remember who came up with a scientific idea because team members contribute so much in different ways – it is wrong that we should pick out team leaders for prizes,” he says. But he concedes that overhauling prize criteria could prove difficult in the case of the RSC because the society is “a democratic organisation with thousands of members, and it is being asked to move in a way that not everyone will want”. Rewriting the rules for prizes endowed by benefactors under specific guidelines is also a delicate business, he notes.

Still, for many, the need for change is overwhelming. For Donald, the Nobel prizes in particular “massively distort the landscape” in that they “give people – not least the public – an incredibly distorted view” – not only of how modern science is done but of “what areas of science ‘matter’”. And, for her, it is high time that “team science” was rewarded, not merely in high-energy physics, with its reliance on large shared facilities, but in all fields.

“Collaborative science is not unusual,” she reflects. “It is the norm.”

The Yidan Prize: Educating a field?

While prizes for science, engineering and mathematics have proliferated, education has, until recently, been overlooked by award givers. Then Chinese billionaire Charles Chen Yidan launched the Yidan Prize, which gives a cash prize of HK$15 million (£1.5 million) to two winners – one in research and one in “education development”. The winners also receive the same amount again to scale up their research.

But the generosity of the prize, first awarded in 2017, has raised some fundamental questions for education studies, not least whether the discipline should be handing out prizes at all. When education scholars still disagree on some of the most fundamental questions of pedagogy – such as whether class size really makes a difference to teaching or if pupils should be streamed by ability – is it right to hand out £6 million a year to those deemed to have conducted “outstanding research that makes significant contributions to education” or come up with “innovative ideas that tackle pressing challenges in the field of education”?

“Education is what is known as a ‘wicked problem’ in that there are far too many variables – known and unknown – to ever believe we have the ‘right’ answer,” explains Dan Sarofian-Butin, professor at the School of Education and Social Policy at Merrimack College in Boston. “We are always struggling with better-or-worse scenarios.”

Andreas Schleicher, director of education and skills at the Organisation for Economic Cooperation and Development and a Yidan Prize judge, also recognises the problem.

“Physicists communicate and collaborate around accepted principles and an established professional practice,” explains Schleicher, who trained as a physicist before entering education studies. “By contrast, educators try to look at every child individually, [and] there is not even an agreed set of concepts through which we can debate ideas or research.”

But it remains vital for educators to adopt teaching methods informed by research – and the Yidan Prize plays an important role in highlighting what works, he adds. “Medical doctors would not think of themselves as professionals if they did not carefully study the most effective procedures so far developed to deal with the presenting symptoms, nor would they think of developing their own drugs,” says Schleicher. “In education, we tend to teach all students in the same way and give them the same treatment, and, at times, diagnose at the end of the school year to what extent that treatment was effective.”

He also identifies a “chicken-and-egg problem” regarding education prizes. Research in the discipline will remain a small-scale “cottage industry” unless ways are found to make it “more visible and shift it from highly fragmented approaches [by building] a critical mass of effort around fundamental research principles, education will remain a cottage industry”, he says.

The Yidan Prize is part of a new wave of Chinese philanthropy that, by 2017, had already established more than 2,000 foundations focused on education, explains Fabrice Jaumont, founder of the New York-based non-profit education group the Center for the Advancement of Languages, Education, and Communities. “A few foundations have also focused on research and advocacy programmes with a view to improving the field of education overall, and raising awareness about the importance of early childhood education.”

Prizes, believes Jaumont, can play a useful role in this new ecosystem to highlight new ideas and worthy causes. “They exist in all sectors, and I would hate to see education being left out of this new tradition,” he says.

Others are not so sure about whether prizes really encourage innovation. “For me, awarding big prizes to big-name people is a fairly self-serving process,” says Sarofian-Butin. “There’s nothing wrong with giving big awards to important folks, but it doesn’t really foster change. If the goal is truly to seed innovation and make a difference in our classrooms, we must look for practices that are truly making an impact on the ground by doing things differently. These are hard things to find because they are hard to do, but this is where true innovation comes from.”


Agosto

60th anniversary of the first Six Flags opening on August 1, 1961in Arlington, TX

40th anniversary of MTV launching on August 1, 1981

145th anniversary of Wild Bill Hickok killed on August 2, 1876

245th anniversary of the signing of the Declaration of Independence on August 2, 1776

160th anniversary of the first Federal Income tax on August 5, 1861

95th anniversary of the first woman to swim the English Channel on August 6, 1926. The swimmer was Gertrude Ederle

85th anniversary of Jesse Owens winning four medals in the Berlin Olympics on August 9, 1936

175th anniversary of The Smithsonian created on August 10, 1846

345th anniversary of King Philip's War ending on August 11, 1676

60th anniversary of Berlin divided on August 13, 1961

40th anniversary of the Economic Recovery Tax Act signed into law on August 13, 1981 by President Reagan

240th anniversary of the Parker&rsquos Ferry Ambush on August 13, 1781. Francis Marion and his men ambushed Loyalist Cavalry

60th anniversary of the Berlin Wall on August 15, 1961

125th anniversary of Gold discovered in the Yukon on August 16, 1896

110th anniversary of the first Telegram around the world on August 20, 1911

190th anniversary of the Nat Turner Revolt on August 21, 1831

245th anniversary of British landing on Long Island on August 22, 1776

200th anniversary of Mexican Independence from Spain on August 24, 1821

675th anniversary of the Battle of Crecy on August 25, 1346

245th anniversary of the Battle of Brooklyn on August 27, 1776


The 15 biggest moments in Canadian sports history

Editor's note: This is part of CBC Sports' series of stories celebrating some of Canada's top sports heroes and moments as the country marks its 150th birthday this year. We've revisited the lives of baseball hall of famer Ferguson Jenkins, speed skater Gaetan Boucher, skier Nancy Greene, figure skater Barbara Ann Scott, distance runner Tom Longboat, Kentucky Derby winner Northern Dancer, sprinter Harry Jerome, auto racing's Villeneuve family and track star/sports writer Bobbie Rosenfeld. We've also explored the Richard Riot, Babe Ruth's Canadian connections and Canada's role in inventing the major North American sports.

Find all of CBC Sports' Canada 150 stories here.

The urge to make lists runs deep.

Name a magazine, website, radio or TV show, newspaper, blog, vlog or podcast that doesn&rsquot crank out at least the occasional Top 10 list. Media workers, like everyone else, take comfort in making sense and order from life&rsquos barrage of random stuff. Lists help.

So, with Canada turning 150 years old, your friends at CBC Sports decided it would be useful to create a definitive list of the 15 biggest moments in Canadian sports history. It's not one per decade, but 15 sort of rhymes with 150, so just roll with us on that part. There will be more to argue about than the length of our list.

We convened a panel &mdash experienced journalists, stats people, researchers, young keeners, wily veterans. We wanted truly national events. Moments that made a lasting difference across the country. So a Grey Cup for the Roughriders or another Stanley Cup for the Canadiens wasn't good enough. We fought like bobcats in a sack.

So here we go. You have to do your own drumroll.

15. Vince Carter wins the Slam Dunk Contest

During the 2000 NBA All-Star festivities, Vince Carter, the Toronto Raptors star and Jordanesque "Air Apparent," blew the doors off the dunk contest with a series of moves including a through-the-legs slam. Carter&rsquos show was a watershed moment for basketball in Canada. The hype surrounding his feat helped usher in NBA-level infrastructure to the Greater Toronto Area. The city that is home to one-fifth of all Canadians started to become a hotbed for competitive ball.

Basketball has exploded in Canada, and it was Vince&rsquos jams that lit the fuse.

14. Schmirler the Curler captures Olympic gold

At the 1998 Nagano Games, Sandra Schmirler and her rink delivered Canada&rsquos first Olympic gold in curling. To that date, it was the biggest single moment in our country&rsquos history in the sport.

Schmirler, Joan McCusker, Jan Betker and Marcia Gudereit insisted that curling in Saskatchewan kept them humble &mdash no matter how prestigious their international wins, they said friends at home could still challenge them on the ice. Schmirler&rsquos rink won three Canadian championships and three worlds. They never lost an international tournament. Some say they were women&rsquos curling&rsquos best foursome ever.

Cancer ended the skip's life tragically young, but the Sandra Schmirler Foundation continues to contribute millions of dollars to neonatal units in hospitals across Canada.

13. Marilyn Bell swims Lake Ontario

Maybe the single most exciting shared moment for Canadians in the 1950s. The country was united, breathless, rooting for the 16-year-old girl during her 32-mile swim from Youngstown, N.Y., to Toronto.

Before modern media, beyond the reach of TV cameras, those 21 hours of endurance in 1954 gripped the country and sparked a full-blown newspaper war. They characterized Bell&rsquos swim as quintessentially Canadian: a lone, modest, brave individual, striking off into a cold and hostile environment, determined not to be beaten.

Marilyn Bell "did it for Canada" without promise of any pay. She endured the stuff of horror films: lamprey attacks, oil spills, 15-metre waves. The first to swim Lake Ontario, she was also the youngest to swim the English Channel. Plaques, parks and monuments make lasting memorial to a nationally recognized historic event.

12. George Chuvalo goes the distance with Ali

A fight that was bigger than fighting, as they say. A thundering brawl between two superb and desperate athletes. Muhammad Ali, conscientious objector, Nation of Islam member, critic of the Vietnam War, was scrambling to find an opponent after veterans vowed to boycott any venue he entered in America. Ali&rsquos people put together a hasty deal to fight Ernie Terrell in Toronto, but when Terrell backed out at the last minute, Chuvalo got the call: Would he meet the champ in 17 days at Maple Leaf Gardens?

The Canadian heavyweight never said no to a fight. Never got knocked down. And never took a step back in the ring. On March 29, 1966, Chuvalo and Ali squared off for 12 hammering rounds. Ali won the decision and thereafter told everyone that Chuvalo was the toughest man he ever fought. As the story goes, Ali left the ring and went to a hospital for the night. Chuvalo went dancing with his wife.

11. Canadian women take the 1928 Olympics by storm

1928 in Amsterdam was the first time that women were allowed to compete in Olympic track and field events. Canada&rsquos contingent, which quickly earned the nickname "the matchless six,&rdquo managed a dazzling debut. Anchor Fanny &ldquoBobbie&rdquo Rosenfeld finished for Jane Bell, Ethel Smith and Myrtle Cook, giving Canada gold in the inaugural 4x100-metre women&rsquos relay. Ethel Catherwood won gold in high jump. In total, Canada&rsquos women&rsquos track and field team won two gold, two silver and a bronze &mdash the best result among all competing countries.

Rosenfeld, who took silver in the women's 100, was the premier sprinter of the Games, and in 1950 she was named Canada's female athlete of the first half of the century.

Bobbie Rosenfeld, second from left, took silver in the women's 100 and anchored the 4x100 team to gold at the 1928 Olympics. (Canadian Press/National Archives of Canada)

10. Gretzky-to-Lemieux clinches the &rsquo87 Canada Cup

If number of replays is the measure of a highlight, then Mario Lemieux's winning goal has earned its place among the all-time greats. The 1987 Canada Cup drew teams from Canada, the United States, Sweden, Finland, Czechoslovakia and the Soviet Union. The three-game final between Canada and the USSR saw some of the best hockey ever played, and Canadians got to drink in delicious minutes of Wayne Gretzky and Lemieux playing on the same line.

The moment? Canada and the Soviets were tied 5-5 in the deciding third game of the final in Hamilton. With less than two minutes left on the clock, coach Mike Keenan put Dale Hawerchuk between Gretzky and Lemieux, and sent the three centres out for a faceoff in their own zone. Seconds later, it was over. On a three-on-one rush with Larry Murphy ahead, Gretzky slipped a soft pass to Lemieux, whose high glove-side shot settled the matter. A thing of beauty.

9. Mike Weir wins the Masters

Small, left-handed Canadians are not supposed to wade into the biggest tournament in golf and emerge with a new green blazer slipped over their shoulders by Tiger Woods. Never happened before, and hasn&rsquot happened since that glorious Sunday in 2003 when Mike Weir became the first Canadian and the first southpaw ever to win the Masters.

In a field stacked with long hitters, the modestly-powered Weir won amid downpours that lengthened the course by 400 yards and compressed play into three days. Sunday&rsquos suspense was agony &mdash Len Mattiace charged, Weir&rsquos lead disappeared. He had to fight back to a playoff. One hole for the most prestigious win in the game. Weir kept it together for the previous 72, and found the mental strength to make it 73. &ldquoEven as well as I was playing, no one expected me to win there,&rdquo said the 32-year-old from Sarnia, Ont.

8. Barbara Ann Scott skates to gold

For a woman who barely weighed 100 pounds, Barbara Ann Scott hauled an awful lot of precious metal. She was the national ladies&rsquo figure skating champion four times. World champ twice. But it was the Olympic gold in 1948 in St. Moritz that launched &ldquoCanada&rsquos Sweetheart&rdquo into modern superstardom.

Her defining performance came on a windswept outdoor rink that had been hacked up by hockey games, but &ldquoTinkerbell&rdquo was not put off by any of that. Her winning moves were double loops, which were too much for her Olympic competitors.

Scott was a hero and role model to Canadian girls. She later transitioned from skating to become one of the top equestrians in North America, and Officer of the Order of Canada.

7. Wayne Gretzky gets traded to L.A.

Oh, boy. Where do you start?

Sympathy for Peter Pocklington? The Los Angeles Kings wanted the greatest player in history, offered $18.5 million and some players, and the Edmonton Oilers owner cracked. Then came Wayne's tearful newser on August 9, 1988, complete with soggy Kleenex dabs. Parliamentarians tried to block the trade. The Pocklingtons got death threats.

A tale of two cities? Edmonton was kicked in the nuts. Los Angeles went nuts. The Kings became the first sports franchise in L.A. to sell out a season. Wayne made hockey a warm-weather sport, all by himself.

Cherchez la femme? After the Beatles, they blamed Yoko. After Wayne, they blamed Janet Jones. It felt like the end of the world for hockey fans here, but in the long run? The Oilers hoisted the Cup in 1990. Gretzky lived happily ever after. Not so tragic, really.

6. Terry Fox runs across Canada

Maybe the most influential distance runner of all time. In the eyes of the rest of the world, perhaps the most impactful moment in Canadian sport. Fox ran almost a marathon every day, for 143 days. On one leg. His left leg was all muscle. His right was lost to cancer when he was 18.

The Marathon of Hope aimed to raise $1 million to fund new cancer treatments. $750 million and counting later, he is our youngest Companion of the Order of Canada, a Newsmaker of the Year, and there's a mountain named after him. Fox died in 1981 at the age of 22. There are now 4,000 Terry Fox Runs in 56 nations.

5. Ben Johnson wins (for a moment) 100m gold

Every Canadian alive in 1988 can remember witnessing those 9.79 seconds at the Seoul Olympics. The elation was off the scale. Our man, Ben Johnson, beat American Carl Lewis!

And then the sickening news, 48 hours later&hellip Steroids. We cheated! Canada&rsquos whiplash trip from fame to shame burned deep in the national psyche. In hindsight, we were first among losers in what many now consider the "dirtiest race in history." At least six of the eight lanes in Seoul were running on &lsquoroids. Justice Charles Dubin&rsquos subsquent inquiry into drug use in sport would hear from 119 people and spawn nearly 15,000 pages of testimony. The depressing legacy? Random drug testing and lingering suspicion anytime any athlete in any sport stands out from the field.

4. Sidney Crosby scores the golden goal

&ldquoIggy!&rdquo he shouted. Jarome Iginla&rsquos pass came to Sidney Crosby&rsquos stick, and in the final moment of the final event of the 2010 Vancouver Games, Crosby snapped a shot between the pads of U.S. goalie Ryan Miller. It was the perfect icing on the cake for Canada&rsquos best Olympics ever. Gold medal No. 14 for the host country &mdash more gold than any other nation has won in the history of the Winter Olympics.

Crosby, who was already the rock star and icon of Canadian hockey, was still just 22 years old. The great ones always seem to know that when it counts, there is a right place to be, a right moment to be there, and a right move to make. &ldquoI just shot it. I knew where the net was, but I didn't see where it went,&rdquo said Crosby.

It went, as it turns out, straight into Canadian hockey lore.

3. The Blue Jays win back-to-back World Series

One is a fluke. Maybe. Could be. Two World Series in a row? Forget about it.

In 1992 against the Atlanta Braves, Toronto became the first baseball team from outside the U.S. to win it all. Robbie Alomar, Dave Winfield, John Olerud, Devon White&hellip manager Cito Gaston had so much quality to work with. Yonge Street became the biggest, happiest party Hogtown had ever seen.

Then in 1993, Joltin&rsquo Joe Carter hit Philadelphia&rsquos Mitch Williams for a walk-off three-run homer to deliver a second straight title. As Tom Cheek said, &ldquoTouch &lsquoem all, Joe.&rdquo

When Canada wins at hockey, it is just the natural order of things. When Canada wins at America&rsquos pastime? Letterman devoted a Top 10 list to "Reasons Why Canada Keeps Beating Us in the World Series" (No. 6: Our secret plays are being funneled to them by that weasel Paul Shaffer). All was forgiven for the high cost of watery draft at SkyDome.

2. Donovan Bailey sprints to gold in Atlanta

He was the world champion coming into the 1996 Olympics. But Donovan Bailey&rsquos entire career had played out in the shade of Canada&rsquos steroidal hangover from the 1988 Ben Johnson disgrace. Uniquely among his cohort of sprinters, Bailey was never implicated in any doping scandals. Not once. So, as eight men took their lanes at that 100-metre line in Atlanta, our guy was defiantly clean. But the weary question still hung in the air: could a drug-free runner win?

Bang! In 9.84 seconds, he answered all that. Bailey became the fastest man in history. No asterisks. A week later, he anchored Robert Esmie, Glenroy Gilbert and Bruny Surin to 4x100-metre gold. Bailey took no chances there either, rolling his final 100m in 8.95 seconds.

Canadians could look other sporting nations in the eye again.

1. Paul Henderson scores for Canada

The only sporting moment that nobody quibbles about. If anything makes 1972 feel like yesterday, it&rsquos the memory of that instant in the Canada-Russia series, watched on clunky colour TVs wheeled into classrooms.

The Cold War was in full force, the Summit Series absurdly freighted with meaning. It wasn&rsquot just hockey, it was an honest-to-goodness clash of competing world visions. The NHL versus the Red Army. Canada should have lost, really, because the Russians were so good. But that is not what history wrote.

Through seven games, Canada had squeaked out three wins, Russia had three, and there was one tie. So, with 34 seconds left in a deadlocked series that had gone on for 27 nailbiting days, superstar goalie Vladislav Tretiak rebounded a poked shot from Phil Esposito, Henderson picked up the bounce and flicked the puck into the net. In a moment that became immortal, Henderson was a Canadian hero. He also scored the winners in the sixth and seventh games, keeping Canada in the series to that point.

There are no contenders for a bigger moment in Canadian sports. It is hard to even imagine one.

To encourage thoughtful and respectful conversations, first and last names will appear with each submission to CBC/Radio-Canada's online communities (except in children and youth-oriented communities). Pseudonyms will no longer be permitted.

By submitting a comment, you accept that CBC has the right to reproduce and publish that comment in whole or in part, in any manner CBC chooses. Please note that CBC does not endorse the opinions expressed in comments. Comments on this story are moderated according to our Submission Guidelines. Comments are welcome while open. We reserve the right to close comments at any time.

Comments FAQ

Note: The CBC does not necessarily endorse any of the views posted. By submitting your comments, you acknowledge that CBC has the right to reproduce, broadcast and publicize those comments or any part thereof in any manner whatsoever. Please note that comments are moderated and published according to our submission guidelines.


Marie Curie (1867 - 1934)

Marie Curie © Marie Curie was a Polish-born physicist and chemist and one of the most famous scientists of her time. Together with her husband Pierre, she was awarded the Nobel Prize in 1903, and she went on to win another in 1911.

Marie Sklodowska was born in Warsaw on 7 November 1867, the daughter of a teacher. In 1891, she went to Paris to study physics and mathematics at the Sorbonne where she met Pierre Curie, professor of the School of Physics. They were married in 1895.

The Curies worked together investigating radioactivity, building on the work of the German physicist Roentgen and the French physicist Becquerel. In July 1898, the Curies announced the discovery of a new chemical element, polonium. At the end of the year, they announced the discovery of another, radium. The Curies, along with Becquerel, were awarded the Nobel Prize for Physics in 1903.

Pierre's life was cut short in 1906 when he was knocked down and killed by a carriage. Marie took over his teaching post, becoming the first woman to teach at the Sorbonne, and devoted herself to continuing the work that they had begun together. She received a second Nobel Prize, for Chemistry, in 1911.

The Curie's research was crucial in the development of x-rays in surgery. During World War One Curie helped to equip ambulances with x-ray equipment, which she herself drove to the front lines. The International Red Cross made her head of its radiological service and she held training courses for medical orderlies and doctors in the new techniques.

Despite her success, Marie continued to face great opposition from male scientists in France, and she never received significant financial benefits from her work. By the late 1920s her health was beginning to deteriorate. She died on 4 July 1934 from leukaemia, caused by exposure to high-energy radiation from her research. The Curies' eldest daughter Irene was herself a scientist and winner of the Nobel Prize for Chemistry.


Assista o vídeo: Alfred Nobel Conoces la historia detrás de sus premios?