Estátua de Platão

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12 principais contribuições de Platão

O lógico ateniense Platão (c. 428-347 aC) é um destaque entre os filósofos gregos antigos, e suas idéias formaram a base de grande parte da ideologia ocidental. Ele foi aluno de Sócrates e deu continuidade a muitos dos ensinamentos de Sócrates em seu trabalho. Ele fundou a Academia, considerada a primeira faculdade do mundo, e nela ensinou seu aluno mais notável, Aristóteles.

Platão estava interessado na relação entre as estruturas feitas pelo homem e as que ocorrem naturalmente, e o impacto que isso teve nas pessoas e na sociedade. Em seu livro República, ele explora o significado da justiça e faz a pergunta: O justo é mais feliz do que o injusto?

Aqui, listamos as 12 principais contribuições de Platão:


As estátuas no tribunal

Vários eminentes cientistas, filósofos e engenheiros são homenageados com estátuas ao redor do Museu: Aristóteles, Galileu, Newton, Darwin e Lineu estão entre as figuras que enfeitam a corte. Vários bustos celebram os homens da ciência de Oxford que deram uma contribuição significativa ao Museu.

O Museu é um magnífico testamento do movimento neo-gótico vitoriano. Ele foi projetado para ser uma 'catedral da ciência' e reflete isso por toda parte. O trabalho em pedra no interior não é exceção: colunas de pedra polida são encimadas por capitéis entalhados representando diferentes ordens botânicas, e o pátio é cercado por estátuas dos grandes homens da ciência. Darwin, Newton e Galileo servem de inspiração para pesquisadores, estudantes e visitantes do Museu.

Uma breve história das estátuas
Quando o Museu foi inaugurado, foi planejado que cada pilar ao redor da galeria abrigaria a estátua de um dos grandes cientistas. As estátuas foram pagas por assinatura privada e, infelizmente, apenas 19 estátuas inteiras foram concluídas. Todas as estátuas, exceto uma, são esculpidas em pedra de Caen - um calcário da Normandia, na França. Muitos dos escultores eram artistas vitorianos famosos.

Uma chave para as estátuas no tribunal
Existem 28 estátuas e bustos em exibição no pátio principal. Muitas das estátuas mostram o sujeito com um símbolo ou objeto relacionado ao seu trabalho.

1. Humphrey Davy (1778 - 1829)
Químico inglês que descobriu vários elementos químicos e inventou a lâmpada de segurança do mineiro. Na estátua, Davy pousa a mão direita na escultura da lâmpada. Há dois livros a seus pés, um deles, Salmonia, seu próprio trabalho sobre pesca com mosca. Estátua de pedra de Caen por Alexander Munro.

2. Joseph Priestley (1733 - 1804)
Químico inglês e filósofo natural amador cujo trabalho científico cobriu física, eletricidade, magnetismo e óptica, bem como química. Ele é creditado com a descoberta do oxigênio em 1774. Ele também inventou a água com gás ao dissolver o dióxido de carbono na água. Ele era um dissidente religioso e um não-conformista político, com simpatias pela Revolução Francesa. Mais tarde, ele emigrou para a América. Estátua de pedra de Caen por Edward Stephens.

3. Roger Bacon (c.1214 - c.1294)
Filósofo e cientista inglês, famoso por seu trabalho em óptica e por promover a experimentação. Bacon é retratado segurando um astrolábio e pinças. O astrolábio representa seus estudos científicos, e os compassos sugerem uma aspiração à harmonia. Estátua de pedra de Caen por Henry Hope Pinker.

4. Francis Bacon (1561-1626)
Filósofo inglês cujas ideias constituem a base da investigação científica moderna. Ele defendeu métodos empíricos de investigação científica e argumentou que o propósito do avanço científico era melhorar a condição humana. Essas duas crenças continuam a sustentar os métodos científicos e a filosofia hoje. Estátua de pedra de Caen por Thomas Woolner.

5. Aristóteles (384-322 a.C.)
Filósofo grego cujas idéias foram durante séculos a base do estudo e do pensamento ocidentais. Ao contrário de Platão, Aristóteles acreditava que a realidade última seria encontrada no mundo material. Ele escreveu tratados sobre lógica, ética, política, estética, matemática e ciências. Seu sistema de classificação de animais lançou as bases para a taxonomia moderna. Estátua de pedra de Caen por Henry Armstead.

6. John Hunter (1728 - 1793)
Médico e anatomista escocês. A contribuição mais significativa de Hunter para a medicina foi fornecer uma base experimental para a prática cirúrgica. Ele favoreceu a experimentação e observação. 'Não pense, tente' foi sua famosa injunção. Na estátua, o cotovelo esquerdo de Hunter repousa sobre um pedestal que esconde uma cobra enrolada em um bastão. Este é um símbolo tradicional da medicina e está associado ao deus grego Esclépio. Estátua de pedra de Caen por Henry Hope Pinker.

7. Thomas Sydenham (1624-1689)
Médico inglês, que tem sido chamado de 'pai da medicina inglesa', ele favoreceu os métodos hipocráticos de observação e experiência clínica. Ele estudou e descreveu as condições que deram origem às epidemias e foi testemunha da grande praga de 1666 e de grandes surtos de varíola. Ele era um praticante de medicina qualificado e popular, bem como autor de muitos textos médicos importantes. Ele lutou por Cromwell na Guerra Civil. Estátua de pedra de Caen por Henry Hope Pinker.

8. William Harvey (1578-1657)
Médico e anatomista inglês. Ele é famoso por sua descoberta da circulação do sangue, descrita e publicada em 1628. Embora suas opiniões fossem controversas, ele foi reconhecido como um médico importante e foi nomeado médico de Charles I. Harvey é retratado com um coração descansando em seu mão direita, seu trabalho continua sendo a base para a pesquisa moderna do sistema circulatório. Estátua de pedra de Caen por Henry Weekes.

9. Hipócrates (c.460 - c.377 a.C.)
Médico grego, conhecido como o 'pai da medicina', Hipócrates foi o maior médico de sua época. Sua prática médica baseava-se na observação e no estudo do corpo humano. Ele diferia de seus contemporâneos em sua crença de que a doença tinha causas físicas e racionais. As visões predominantes consideravam os espíritos malignos e os caprichos dos deuses responsáveis ​​pelos problemas de saúde. Hipócrates também se preocupava com a ética da medicina e os deveres morais de um médico. O 'juramento de hipocrisia' que ele compôs delineando essas responsabilidades é talvez seu maior legado e, em uma forma moderna, continua sendo a base de confiança entre médico e paciente. A base da estátua é decorada com duas serpentes enroscadas em torno de um bastão, o caduceu, às vezes usado como símbolo da medicina. No entanto, é mais frequentemente associado a Hermes, o deus grego do comércio. Estátua de pedra de Caen por Alexander Munro.

10. Sir John Scott Burdon-Sanderson
Waynflete Professor of Physiology, 1882-1895 Regius Professor of Medicine, 1882-1904. Busto.

11. Walter Frank Raphael Weldon
Linacre Professor of Comparative Anatomy, 1899-1906. Busto.

12. George Rolleston
Professor de Fisiologia Linacre, 1860-1881. Busto.

13. Benjamin Woodward
O designer principal da empresa responsável pelo design e construção do Museu morreu após um ataque de saúde em junho de 1861, um ano após a inauguração do Museu. Busto.

14. Carl von Linnaeus (1707 - 1778)
Botânico sueco, conhecido como o 'pai da taxonomia', Linnaeus publicou a primeira edição de sua classificação dos seres vivos, Systema Naturae, em 1735. Seu sistema de classificação hierárquica ainda sobrevive, assim como seu legado mais importante, o sistema de nomenclatura binomial que ele planejou e implementou. Este sistema de 'dois nomes' - uma combinação dos nomes de gênero e espécie - é reconhecido como o ponto de partida oficial da taxonomia moderna. Antes de Linnaeus, não havia padrões aceitos para nomear organismos vivos. Na estátua, Linnaeus segura um ramo de Linnaea borealis em sua mão esquerda, e a seus pés está a planta da Lapônia Menyanthes trifoliata. Estátua de pedra de Caen por John Tupper.

15. Charles Darwin (1809 - 1882)
Naturalista inglês considerado o 'pai da biologia moderna'. Ele desenvolveu a teoria da evolução em seu livro, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, publicado em 1859. As idéias de Darwin eram controversas, pois desafiavam a crença predominante em Deus como criador e no "homem" como único e separado do resto do reino animal. A publicação de sua teoria desencadeou o 'grande debate' realizado no Museu em 1860. Hoje, entretanto, as teorias de Darwin são essenciais para a nossa compreensão do mundo natural. Estátua de pedra de Caen por Henry Hope Pinker.

16. Isaac Newton (1642 - 1727)
Físico e matemático inglês. Os princípios básicos de investigação que Newton definiu, juntamente com seu trabalho científico, lançaram as bases para a ciência moderna. Suas duas obras mais famosas são Principia (1687) e Opticks (1704). Ele causou um grande impacto na astronomia ao definir as leis do movimento e da gravitação universal. Ele os usou para descrever o movimento da lua ao redor da terra e os planetas ao redor do sol. Newton investigou as propriedades da luz branca e construiu o primeiro telescópio refletor. Ele é provavelmente o cientista mais influente que já viveu. Na estátua, Newton segura um livro em sua mão esquerda, uma maçã repousa a seus pés, representando sua descoberta das leis da gravidade. Estátua de pedra de Caen por Alexander Munro.

17. Galileo Galilei (1564-1642)
Astrônomo e físico italiano. Galileu estudou o movimento fazendo experiências com pêndulos e medindo a velocidade da queda de objetos. Ele construiu o primeiro telescópio refrator e o usou para fazer observações astronômicas. Ele viu as montanhas na lua e observou que a Via Láctea era composta de estrelas. Ele foi condenado pela Inquisição por sua crença no sistema copernicano de movimento planetário, que afirma que os planetas, incluindo a Terra, se movem em torno do Sol, ao invés de acreditar que a Terra é o centro fixo do universo. Na estátua, Galileu segura duas lentes, uma em cada mão. Estátua de pedra de Caen por Alexander Munro.

18. Euclides (cerca de 300 a.C.)
Provavelmente o mais famoso dos matemáticos gregos, ele escreveu Os Elementos, um tratado sobre geometria e outros ramos da matemática. Na estátua, Euclides segura uma bússola e um pergaminho com inscrições geométricas. Estátua de pedra de Caen por Joseph Durham.

19. William Buckland (1784-1856)
Cientista e clérigo, William Buckland fundou o ensino científico de geologia em Oxford e reuniu o que se tornaria o núcleo das coleções geológicas do Museu. Busto.

20. Gottfried Leibnitz (1646-1716)
Matemático alemão. Uma das grandes conquistas de Leibnitz foi o desenvolvimento do sistema binário de aritmética. Outra contribuição significativa foi seu trabalho sobre dinâmica. Ele também desenvolveu o cálculo diferencial e o cálculo integral, embora houvesse sérias controvérsias entre ele e seu contemporâneo Sir Isaac Newton sobre quem havia elaborado os detalhes e explicado as provas primeiro. Leibnitz aplicou os métodos de prova matemática a outras disciplinas, como lógica e filosofia, e entre os objetivos de sua vida estavam planos ambiciosos para reunir todo o conhecimento humano e reunir a Igreja. Estátua de pedra de Caen por Alexander Munro.

21. Hans Oersted (1777 - 1851)
Físico dinamarquês que em 1820 descobriu que eletricidade e magnetismo eram fenômenos relacionados. Essa descoberta lançou as bases para a teoria do eletromagnetismo e para as pesquisas que mais tarde criaram tecnologias como rádio, televisão e fibra óptica. Estátua de gesso de K. Jobhen.

22. John Phillips (1800 - 1874)
Geólogo proeminente e acadêmico de Oxford, ele foi o primeiro guardião do Museu da Universidade, 1857-1874 e Professor de Geologia 1860-1874. Busto.

23. William Smith (1769 - 1839)
Engenheiro que agora é considerado o 'pai da geologia inglesa', Smith criou o primeiro mapa geológico da Grã-Bretanha. Busto.

24. James Watt (1736 - 1819)
Engenheiro escocês, Watt é famoso por seu sucesso na modificação de motores a vapor para torná-los mais eficientes. Seus novos modelos de máquina a vapor tiveram um grande impacto na Revolução Industrial quando passaram a ser usados ​​em fábricas, moinhos e minas. Em reconhecimento à importância de seu trabalho, a unidade elétrica, o watt, foi batizada em sua homenagem. Estátua de pedra de Caen por Alexander Munro.

25. George Stephenson (1781 - 1848)
Engenheiro inglês, Stephenson é geralmente considerado o fundador das ferrovias britânicas. Ele está associado à Rocket, a locomotiva a vapor que forneceu o modelo para quase todas as locomotivas a vapor construídas desde então. Ele também usou suas habilidades de engenharia para criar os trilhos mais eficazes para as locomotivas. Seu trabalho teve um impacto significativo no padrão da vida industrial na Grã-Bretanha. Estátua de pedra de Caen por Joseph Durham.

26. Sir Joseph Prestwich (1812 - 1896)
Geólogo e arqueólogo proeminente Professor de Geologia em Oxford, 1874-1888. Busto.

27. Henry Smith (1826 - 1883)
Professor de Geometria em Oxford, 1861-1883, e guardião do University Museum, 1874-1883. Busto.

28. Albert, Prince Consort (1819 - 1861)
Marido da Rainha Vitória, o Príncipe Albert tinha um grande interesse pelas artes e ciências. Ele foi a força motriz por trás da Grande Exposição de 1851, cujos lucros permitiram a construção do Royal Albert Hall e dos museus de South Kensington. Estátua de pedra de Caen por Thomas Woolner.

Mais Informações
Mais informações sobre a arquitetura do Museu e a cantaria do tribunal podem ser encontradas nos artigos 'Aprendendo mais' listados abaixo.

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Museu J. Paul Getty

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Chefe de Platão (trabalhou para inserção em uma estátua)

Desconhecido 37,5 × 16 × 18,9 cm (14 3/4 × 6 5/16 × 7 7/16 pol.) 73.AA.16

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Detalhes do Objeto

Título:

Chefe de Platão (trabalhou para inserção em uma estátua)

Artista / Criador:
Cultura:
Lugar:

Império Romano (lugar criado)

Médio:
Número do objeto:
Dimensões:

37,5 × 16 × 18,9 cm (14 3/4 × 6 5/16 × 7 7/16 pol.)

Título alternativo:

Chefe de Platão (título de exibição)

Departamento:
Classificação:
Tipo de objeto:
Proveniência
Proveniência

Nicolas Koutoulakis, 1910 - 1996 (Genebra, Suíça), vendido para o J. Paul Getty Museum, 1973.

Exposições
Exposições
Platão em L.A .: Contemporary Artists ’Visions (18 de abril a 3 de setembro de 2018)
Bibliografia
Bibliografia

Frel, Jirí e Elizabeth Buckley. Retratos gregos e romanos no Museu J. Paul Getty. exh. gato. California State University em Northridge, 16 de outubro a 11 de novembro de 1973 (1973), no. 2

Frel, Jiří. Antiguidades no Museu J. Paul Getty: uma lista de verificação da escultura II: retratos e variações gregas (Malibu: J. Paul Getty Museum, novembro de 1979), p. 6, não. G15.

Frel, Jiří. Retratos gregos no Museu J. Paul Getty (Malibu: J. Paul Getty Museum, 1981), pp. 56-57, 111, no. 10

Danguillier, C. Typologische Untersuchungen zur Dichter- und Denkerikonographie in römischen Darstellungen von der mittleren Kaiserzeit bis in die Spätantike. BAR International Series 977. (Oxford: Archaeopress, 2001), pp. 170, 255 no. 32

Lang, Jörn. Mit Wissen geschmückt? Zur bildlichen Rezeption griechischer Dichter und Denker in der römischen Lebenswelt, Monumenta Artis Romanae 39 (Wiesbaden: Reichert Verlag, 2012), p. 74n705.

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Estátua de Platão - História

A capital da Atlântida, conforme descrito por Platão. (Copyright Lee Krystek 2006)

A ideia de uma civilização perdida, mas altamente avançada, atraiu o interesse das pessoas durante séculos. Talvez a mais convincente dessas histórias seja a história da Atlântida. A história aparece repetidamente em livros, programas de televisão e filmes. Onde a história se originou e tudo isso é verdade?

A história do continente perdido de Atlântida começa em 355 a.C. com o filósofo grego Platão. Platão planejou escrever uma trilogia de livros discutindo a natureza do homem, a criação do mundo e a história da Atlântida, bem como outros assuntos. Apenas o primeiro livro foi concluído. O segundo livro foi abandonado no meio do caminho e o livro final nem mesmo foi iniciado.

Platão usou diálogos para expressar suas idéias. Nesse tipo de escrita, o pensamento do autor é explorado em uma série de argumentos e debates entre vários personagens da história. Platão costumava usar pessoas reais em seus diálogos, como seu professor, Sócrates, mas as palavras que lhes deu eram suas.

No livro de Platão, Timeu, um personagem chamado Kritias conta um relato sobre Atlântida que está em sua família há gerações. Segundo o personagem, a história foi contada originalmente a seu ancestral, Sólon, por um sacerdote durante a visita de Sólon ao Egito.

Houve um poderoso império localizado a oeste dos "Pilares de Hércules" (o que agora chamamos de Estreito de Gibraltar) em uma ilha no Oceano Atlântico. A nação lá fora estabelecida por Poseidon, o Deus do mar. Poseidon foi pai de cinco pares de gêmeos na ilha. O primogênito, Atlas, teve o continente e o oceano circundante batizados em sua homenagem. Poseidon dividiu a terra em dez seções, cada uma governada por um filho ou seus herdeiros.

A capital da Atlântida era uma maravilha da arquitetura e da engenharia. A cidade era composta por uma série de paredes e canais concêntricos. Bem no centro havia uma colina, e no topo da colina um templo para Poseidon. Dentro havia uma estátua de ouro do Deus do Mar, mostrando-o dirigindo seis cavalos alados.

Cerca de 9.000 anos antes da época de Platão, depois que o povo da Atlântida se tornou corrupto e ganancioso, os deuses decidiram destruí-los. Um violento terremoto sacudiu a terra, ondas gigantescas atingiram a costa e a ilha afundou no mar, para nunca mais ser vista.

Então, a história da Atlântida é apenas uma fábula usada por Platão para enfatizar um ponto? Ou há algum motivo para pensar que ele se referia a um lugar real? Bem, em vários pontos dos diálogos, os personagens de Platão referem-se à história da Atlântida como "história genuína" e estando dentro do "reino dos fatos". Platão também parece incluir na história muitos detalhes sobre Atlântida que seriam desnecessários se ele tivesse a intenção de usá-los apenas como um artifício literário.

Por outro lado, de acordo com os escritos do historiador Estrabão, o aluno Aristóteles de Platão observou que a Atlântida foi simplesmente criada por Platão para ilustrar um ponto. Infelizmente, os escritos de Aristóteles sobre este assunto, que podem ter esclarecido o mistério, foram perdidos há éons.

Localização, localização, localização

Se presumirmos que Atlântida era um lugar real, parece lógico que pudesse ser encontrado a oeste do Estreito de Gibraltar, perto das ilhas dos Açores. Em 1882, um homem chamado Ignatius Donnelly publicou um livro intitulado Atlântida, o mundo Antediluviano. Donnelly, um político americano, passou a acreditar que a história de Platão representava um fato histórico real. Ele localizou Atlântida no meio do Oceano Atlântico, sugerindo que as Ilhas dos Açores representavam o que restava dos picos mais altos das montanhas. Donnelly disse que estudou zoologia e geologia e chegou à conclusão de que a própria civilização começou com os atlantes e se espalhou pelo mundo à medida que os atlantes estabeleceram colônias em lugares como o antigo Egito e o Peru. O livro de Donnelly se tornou um best-seller mundial, mas os pesquisadores não podiam levar as teorias de Donnelly a sério, pois ele não oferecia provas de suas idéias.

Com o passar do tempo, tornou-se óbvio que as teorias de Donnelly estavam erradas. Pesquisas científicas modernas do fundo do Oceano Atlântico mostram que ele está coberto por um manto de sedimentos que deve ter levado milhões de anos para se acumular. Não há sinal de um continente insular submerso.

Lewis Spence, um escritor escocês, publicou vários livros sobre Atlântida no início do século XX. Ele ficou fascinado pelas pirâmides construídas por raças antigas em diferentes partes do globo. Spence se perguntou se a criação de pirâmides em diversas áreas, como América do Sul e Egito, indicava que esses lugares haviam sido todos colônias da Atlântida e se os atlantes foram os fabricantes originais das pirâmides. Embora a ideia seja interessante, a maioria dos historiadores hoje acredita que a tendência para a construção de pirâmides ocorreu de forma independente em locais diferentes.

Existem outros candidatos para a localização de Atlantis? As pessoas defenderam lugares tão diversos como a Suíça, no meio da Europa, e a Nova Zelândia, no Oceano Pacífico. O explorador Percy Fawcett achou que poderia estar localizado no Brasil.

Recentemente, uma equipe de pesquisa liderada pelo professor Richard Freund da Universidade de Hartford afirmou ter encontrado evidências de que a cidade pode estar soterrada não sob o oceano, mas ao longo da costa da Espanha nos pântanos do Parque Nacional de Do ana. Estudos geológicos demonstraram que em algum momento esse pântano era uma enorme baía conectada ao Oceano Atlântico. A equipe, usando tecnologia de radar, mapeamento digital e imagens de satélite acredita que pode ver sinais de uma cidade anelada que ocupou a baía com canais semelhantes aos descritos por Platão. Há evidências de que vários tsunamis varreram esta área ao longo dos séculos e Freund pensa que foi um deles destruiu a cidade. Depois do desastre, os sobreviventes podem ter se mudado para o interior e criado uma série do que Freund pensa serem locais memoriais para Atlântida.

Outros cientistas que exploraram a área não concordam com a conclusão de Freund, embora admitam que uma cidade com o nome de Tartessos ocupou a área por volta do século 4 a.C. Freund acredita que Tartessos e Atlântida podem ser apenas nomes diferentes para a mesma cidade. Já na década de 1920, o historiador Adolf Schulten havia sugerido que Platão havia usado a cidade real de Tartessos como fonte para sua lenda sobre a Atlântida.

A evidência mais forte de uma Atlântida real, no entanto, não está na Espanha, mas perto da casa de Platão na Grécia. Esta ideia começou com K.T. geada, professor de história na Queen's University em Belfast. Mais tarde, Spyridon Marinatos, um arqueólogo, e A.G. Galanopoulos, um sismólogo, acrescentou evidências às idéias de Frost.

The Minoan Connection

Frost sugeriu que, em vez de estar a oeste dos Pilares de Hércules, Atlântida estava a leste. Ele também pensava que o fim catastrófico da ilha havia chegado não 9.000 anos antes da época de Platão, mas apenas 900. Se isso fosse verdade, a terra de Atlântida já poderia ser um lugar bem conhecido mesmo na época de Platão: a ilha de Creta.

A ilha de Santorini em uma foto de satélite que mostra claramente o anel deixado pela explosão dos vulcões.

Então, aparentemente em um piscar de olhos, a civilização minóica desapareceu. Estudos geológicos mostraram que em uma ilha que hoje conhecemos como Santorinas, localizada a apenas 130 quilômetros ao norte de Creta, ocorreu um desastre que foi muito capaz de derrubar o estado minóico.

Hoje, as Santorinas são um exuberante paraíso mediterrâneo composto por várias ilhas em forma de anel. Há 2.500 anos, porém, era uma única grande ilha com um vulcão no centro. O vulcão se desfez em uma grande explosão por volta de 1500 a.C.

Para entender o efeito de tal explosão, os cientistas a compararam com a explosão vulcânica mais poderosa dos tempos históricos. Isso ocorreu na Ilha de Krakatoa em 1883. Lá uma onda gigante, ou tsunami, 36 metros de altura atravessou o mar e atingiu as ilhas vizinhas, matando 36.000 pessoas. As cinzas jogadas no ar enegreceram os céus por três dias. O som da explosão foi ouvido a uma distância de até 3.000 milhas.

A explosão em Santorinas foi quatro vezes mais forte que o Krakatoa.

Um afresco do palácio minóico em Cnossos mostrando o esporte de & quotbull saltando. & Quot A civilização minóica também é a fonte da lenda do homem-meia / meio touro Minotauro.

Muitos dos detalhes da história da Atlântida combinam com o que agora se sabe sobre Creta. As mulheres tinham um status político relativamente alto, ambas as culturas eram pacíficas e ambas gostavam do esporte incomum de "pular de boi" ritualístico (em que um homem desarmado lutava e pulava sobre um touro).

Se a queda dos minoanos é a história da Atlântida, como Platão errou na hora e no local? Galanopoulos sugeriu que houve um erro durante a tradução de algumas das figuras do egípcio para o grego e um zero extra adicionado. Isso significaria que 900 anos atrás tornou-se 9.000, e a distância do Egito à "Atlântida" passou de 250 milhas para 2.500. Se isso for verdade, Platão (conhecendo a configuração do Mar Mediterrâneo) teria sido forçado a assumir que a localização do continente insular era exatamente no Oceano Atlântico.

Nem todo mundo aceita a teoria minóica de Creta sobre a história de Atlântida, mas até que um caso convincente possa ser feito para algum outro lugar, talvez continue sendo o melhor palpite da ciência.


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Namoro, edição, tradução

As obras de Platão são tradicionalmente organizadas de uma maneira derivada de Thrasyllus de Alexandria (floresceu no século I dC): 36 obras (contando o Cartas como um) são divididos em nove grupos de quatro. Mas a ordem de Thrasyllus não faz sentido para um leitor hoje. Infelizmente, a ordem de composição das obras de Platão não pode ser conhecida. A conjectura sobre a cronologia baseou-se em dois tipos de consideração: desenvolvimento percebido no conteúdo e “estilometria”, ou o estudo de características especiais do estilo de prosa, agora executado com o auxílio de computadores. Combinando os dois tipos de consideração, os estudiosos chegaram a um agrupamento de obras amplamente usado, rotulado com as designações tradicionais de diálogos iniciais, intermediários e tardios. Esses grupos também podem ser considerados como as obras socráticas (com base nas atividades do Sócrates histórico), as obras-primas literárias e os estudos técnicos (Veja abaixo Trabalhos descritos individualmente).

Cada um dos diálogos de Platão foi transmitido substancialmente como ele o deixou. No entanto, é importante estar ciente da cadeia causal que conecta os leitores modernos aos autores gregos da época de Platão. Para sobreviver até a era da impressão, as palavras de um autor antigo tiveram que ser copiadas à mão, e as cópias tiveram que ser copiadas, e assim por diante ao longo dos séculos - quando o original já teria morrido por muito tempo. O processo de cópia resultou inevitavelmente em alguma corrupção, que geralmente é mostrada pelo desacordo entre tradições manuscritas rivais.

Mesmo se algum "urtexto" platônico tivesse sobrevivido, no entanto, não seria nada parecido com o que é publicado em uma edição moderna das obras de Platão. Escrever na época de Platão não empregava divisões de palavras e pontuação ou a distinção atual entre letras maiúsculas e minúsculas. Esses recursos representam as contribuições de acadêmicos de muitas gerações e países, assim como a tentativa contínua de corrigir a corrupção. (Leituras variantes importantes e sugestões são comumente impressas na parte inferior de cada página de texto, formando o aparelho crítico.) Na grande maioria dos casos, apenas uma decisão é possível, mas há casos - alguns de importância crucial - em que vários cursos podem ser adotados e as leituras resultantes têm significados amplamente diferentes. Assim, a preparação de uma edição das obras de Platão envolve um enorme componente interpretativo. O trabalho do tradutor importa outra camada de julgamentos semelhantes. Algumas frases gregas admitem várias interpretações gramaticais fundamentalmente diferentes com sentidos amplamente diferentes, e muitas palavras gregas antigas não têm equivalentes em inglês.

Um artefato notável do trabalho de tradutores e acadêmicos é um dispositivo de capitalização seletiva às vezes empregado em inglês. Para marcar os objetos de interesse especial de Platão, as formas, algumas seguem uma convenção em que se coloca em maiúscula o termo Forma (ou Idéia), bem como os nomes de formas particulares, como Justiça, o Bem e assim por diante. Outros empregaram uma variante desta convenção em que a capitalização é usada para indicar uma maneira especial pela qual Platão deve ter pensado nas formas durante um certo período (ou seja, como "separado" dos particulares sensíveis, a natureza dessa separação, então sendo objeto de controvérsia interpretativa). Outros ainda não usam letras maiúsculas para esse fim. Os leitores farão o possível para ter em mente que tais dispositivos são, em qualquer caso, apenas sugestões.

Nos últimos séculos, houve algumas mudanças no propósito e no estilo das traduções inglesas da filosofia antiga. A grande tradução de Platão de Benjamin Jowett (1817-93), por exemplo, não pretendia ser uma ferramenta de estudo para alguém que empreendesse tal estudo já conhecia o grego antigo. Em vez disso, tornou o corpus de Platão geralmente acessível em prosa inglesa de considerável mérito. No outro extremo estava um tipo de tradução que pretendia ser útil para estudantes sérios e filósofos profissionais que não conheciam grego, seu objetivo era indicar o mais claramente possível as potencialidades filosóficas do texto, por mais legibilidade que sofresse em conseqüência. Exemplos desse estilo, muito em voga na segunda metade do século XX, são as séries publicadas pela Clarendon Press e também, em outra tradição, as traduções feitas por seguidores de Leo Strauss (1899–1973). Exceto em alguns casos, no entanto, os ganhos previstos por essa noção de fidelidade provaram ser elusivos.

Apesar, mas também por causa dos muitos fatores que mediam o acesso do leitor contemporâneo às obras de Platão, muitos diálogos são transmitidos muito bem na tradução. Isso é particularmente verdadeiro para os diálogos curtos e socráticos. No caso de obras que são obras-primas literárias em grande escala, como a Fedro, é claro que uma tradução não pode corresponder à arte do original. Finalmente, porque os tradutores de estudos técnicos difíceis, como o Parmênides e a Sofista deve tomar decisões interpretativas básicas a fim de traduzir qualquer inglês, ler seu trabalho está muito longe de ler Platão. No caso desses diálogos, a familiaridade com comentários e outra literatura secundária e um conhecimento do grego antigo são altamente desejáveis.


Houve uma verdadeira Atlântida?

Às vezes, Platão pode ser irritante, especialmente se você for uma daquelas pessoas que se dedicam a descobrir a civilização perdida de Atlântida. He wrote of its destruction some 9,000 years ago, but unfortunately for modern historians, he didn't tell us much. Was it a continent? Was it a city? Plato can be maddeningly vague. He also has a tendency to muddy the waters by weaving literary license with fact. Characters he wrote of were real people -- for example, Socrates, his teacher -- but Plato inserted his own words. After all, he was a philosopher, not a documentarian.

Such is the case with his description of Atlantis. In his book "Timaeus," the classical Greek philosopher tantalizingly places the location of the lost civilization in a real place, the Pillars of Hercules [source: Krystek]. This is what we now call the Strait of Gibraltar, off the coast of Spain. On the other hand, he loses some credibility when he mentions that the city was also populated by blood descendants of the sea and earthquake god Poseidon.

But perhaps it was never Plato's intent to deceive or to challenge others to search for the lost city (continent?). Perhaps it wasn't Atlantis that was lost to the ages, but Plato's intent to present the story as allegory. At any rate, people have taken the ball and run with it.

What Plato described -- a ringed lost city that was advanced in architecture, art and technology and was overwhelmed 9,000 years ago by a wave sent by Poseidon after its inhabitants had grown too wicked -- dovetailed nicely with the interests in archaeology and the occult that converged in the West in the late 19th century. In 1882, those interests were officially taken over by fringe dwellers when author, politician and scientist Ignatius Donnelly published his book," Atlantis, the Antediluvian World." Since then, Atlantis' legend has grown more fantastic: Plato was confused the residents were aliens, not descended from gods the city's advanced technology reached into the metaphysical and energy crystals in the drowned Atlantis accounting for mysterious activity in the Bermuda Triangle. Atlantis is in the Caribbean. Atlantis is in the South China Sea. Atlantis is in Switzerland.

Psychic Edgar Cayce, the sleeping prophet of Virginia Beach, was deeply involved in the occultization of Atlantis. He predicted that some of the city would rise off Bimini, or the western end of the Bahamas. Indeed in 1968, a diver discovered an underwater rock formation that's now known as the Bimini Road. Whether it's man-made or natural is still in question, but at any rate, the discovery reignited interest in the lost city.

As far out as the legend of Atlantis has grown, some archaeologists have quietly continued looking for something like it. Perhaps Atlantis was real -- or some approximation of it, at least.

The Terrible Fate of Helike

Probably the most forthright clue that Plato fabricated Atlantis is that he is the only person to give an account of it. Prior to his tale, Atlantis hadn't been mentioned before and none of his contemporaries describe the legendary city either. But this is not to say that there aren't accounts of a location that very closely parallels Plato's description of Atlantis. There are well-documented descriptions of a real place named Helike, which suffered a fate much like that of Atlantis.

The coastal city of Helike, located on the Gulf of Corinth in Greece, was the seat of power of the 12-city Achaean League. The city was hundreds of years old by the time Plato rose to prominence it was wealthy, it controlled shipping in the area and it had established its own colonies in other areas like Italy [source: Helike Project].

It was also a major center for the worship of Poseidon, the god whom Plato described as the patron of Atlantis. Like Plato's lost city, Helike featured a prominent and famous statue of the god.

For five days in December 373 B.C., witnesses in the area noticed that small animals like snakes, mice and insects were migrating en masse away from the coast and to the mountains that form the southern border of the Helike Delta. Indeed, earthquake researchers have noted an apparent ability among some animals to sense an impending quake and attempt to escape the area. This held true for Helike as well. In the middle of the night on the fifth day, a major earthquake struck the area, followed by an enormous tsunami from the Gulf of Corinth. In a matter of minutes, the city of Helike was overcome by the sea, just as Plato described Atlantis.

At dawn, a group of rescuers amassed and hurried to help the residents, but there was no one to save the town was ruined by an earthquake and submerged beneath the sea. Ten ships from Sparta that had been moored just offshore had vanished. Only the treetops of Poseidon's tree grove still poked out from the water's surface [source: Gidwitz]. Beneath the water, the statue of Poseidon built by the cult that worshipped him still stood erect. Local fishermen reported catching their nets on it frequently.

And while the legend of the city and knowledge of its fate persisted, Helike did eventually become lost.

The Peculiarity of the Helike Delta: Making Lost Cities

It's almost as if the Helike Delta was custom-made to produce lost cities. The area provides an attractive site for human habitation: the Gulf of Corinth offers quick transportation and an enormous source of food. The three rivers that form the delta bring fresh water from the mountains and a source of irrigation for crops. The warm climate makes living comparatively easy for a subtropical species like Homo sapiens. It's an intuitive place for people to live.

The area is also plagued by tectonic activity. Two separate faults run parallel through the area and they are capable of violent movement. Geological evidence from the quake that ruined Helike shows that the earth rose 6 feet (2 meters) along one side of the fault line and sunk the delta about 9 feet (3 meters) lower [source: Soter]. These same quakes can generate massive tsunamis, which come ashore at as much as 20 miles per hour (36 km/h) at heights of 100 feet (about 33 meters) [source: Hyperphysics].

Coastal areas around the world are subject to this combination of violent forces, but those three rivers that form the Helike Delta give the area a peculiar characteristic. The rivers bring silt to the coast and over time have extended it further and further into the Gulf. One oft-repeated example is of a house that was built along the shore in 1890 it is now a thousand feet (304.8 meters) inland [source: Gidwitz]. In a single night an earthquake ruined the city of Helike, a giant wave plunged it underwater, and over the centuries the rivers have buried it.

But the researchers who discovered ancient Helike after 12 years of digging also found that this ravage of nature happened more than once. The attractiveness of the area and its attendant destructiveness formed a cycle where humans established a city, nature removed it and, as the passage of time cultivated fecklessness, another city was founded. Archaeologists found evidence of lost cities from the Byzantine period, which ended in the 15th century A.D., beneath that lay a ruined Roman city, from between the 2nd and 4th centuries A.D. Beneath the Roman ruins lay Helike, which was destroyed in 373 B.C. But the archaeologists were astounded to find an even earlier ruined settlement from the Bronze Age of around 2600 to 2300 B.C., The group excavating the site also found signs of human habitation even further back, into the prehistoric Neolithic period, which began as far back as 12,000 years ago.

In all, six distinct occupation horizons have been discovered at Helike. People had been living in the Helike Delta for a long time, and nature had been destroying their settlements and then preserving the ruins.

In much the same way as Atlantis, Helike long stood as a legendary lost city. But the people who dedicated themselves to finding it had a distinct advantage over their counterparts who search for Atlantis: good documentation.

For several centuries following its sudden destruction, Helike remained submerged but visible, which made it a bit of an early dark tourism attraction. For centuries travelers and writers visited the area and reported back about what they saw. These ancient Greeks and Romans even documented the location of the city in estádios, a unit of distance equal to roughly 600 feet (183 meters) [source: Vincent, et al]. Even with the rivers extending the shoreline outward for the last two millennia, all of this made the prospect of finding Helike easy -- compared to, say, Atlantis at least. But in practice the city proved hard to locate. The legendary Greek archaeologist Spyridon Marinatos made finding Helike the obsession of his late career, and when he died in the 1974, his search had managed to bring the lost city of Helike into broader awareness. In 1988, two Cornell professors began searching for ancient Helike in earnest.

The search used sidescan sonar equipment to compile an undersea map of the area just off the coast of Helike in the Gulf of Corinth. They found an ancient seawall buried beneath the sediment, as well what may be the ten Spartan ships that were overwhelmed by the tsunami that destroyed Helike that night in 373. But no sign of the city turned up. It wasn't until one of the team leaders, a Greek woman, reexamined the old reports of contemporary Greeks and found that previous searches had been misled by an inaccurate translation for a body of water. Rather than being submerged in the gulf, Helike had been swallowed up by an inland lagoon.

Turning their search onto land, the project team managed to find first the ruined Roman city, along with intact Roman cemeteries and the Roman road that ancient travelers used to view Helike. Just 12 feet (3.66 meters) beneath the surface of the farmland in the area was the lost city of Helike. Indeed, when they examined the dirt, they found evidence that the now dry dirt had once been the silt of a lagoon.

Excavations have turned up industrial buildings, kilns and looms, intersecting streets flanked by buildings, the city's coins featuring a bust of Poseidon in near mint condition, a storehouse of Bronze-age jugs, some still with their contents intact, Greek cemeteries and lots of pottery and tools. Most exciting, however, is the promise of more: Ground-penetrating radar has shown that there are more buildings to be found, that the bulk of Helike still lays undiscovered. What's more, it appears to be largely intact and frozen in time in that terrible moment when it was lost.

To think that finding Helike will call off the search for Atlantis is folly. The search for the legendary lost city continues. One American archaeologist believes he's found the lost city in Spain, 60 miles (96.5 kilometers) inland [source: Howard]. Ironically, the discovery of Helike supports the idea that if it does exist, the lost city could be found submerged in soil rather than sea.

I grew up ravenous for information on the fantastic, like ghosts and lost civilizations like Atlantis. I was equally interested in archaeology, it being the first word I could spell that impressed friends and teachers alike. So the concept of an actual lost city has long been of great interest to me. It combines the fantastic gruesomeness of an entire city being lost with its inhabitants trapped within as the earth swallows it with the thrill of being discovered intact millennia later by archaeologists. I was engrossed by stories and photos of Pompeii from the first time I heard of it and it was the same when I recently came across a small entry on Helike. The more I dug, the more amazing the story became -- it being the possible and likely inspiration for Atlantis there being more than one lost city in the same spot, separated by centuries. I wanted to write about it, initially as a blog post, but then I realized that there was too much good stuff here for a short post. That initial ambition became this article and then later the companion Stuff You Should Know podcast episode on the topic.


10. Problems with Condillac&rsquos Sensationism

10.1 Idealism

No Redação Condillac not only claimed that sensations are occasioned by the action of external objects on our sense organs, but also that they are images or representations of those objects. More precisely, he claimed that the objects that affect our sense organs must be extended and hence material things, though they may not have the precise shapes or sizes that our senses represent them as having, and though they do not have colours on their surfaces or bear qualities of smell and taste (Redação I.i.2. §§11&ndash12). But if &ldquowe never leave ourselves and never perceive anything other than our own thoughts,&rdquo as Condillac claimed at the outset of the Redação (I.i.1. §1), then what could entitle us to maintain that our sensations bear this degree of resemblance to external objects or that there even is an external world containing objects that occasion our sensations?

No Essay, Condillac contented himself with replying to this question by claiming that while we have a clear idea what it means to attribute extension to an object, we have no clear idea what it means to say that objects are coloured or scented, and that while there is evidence that proves that we do not always perceive the sizes or shapes of objects correctly, there is no evidence that proves that we are wrong to think that external objects have some form of extension (Redação I.i.2. §§11&ndash13). Neither claim is compelling. Indeed, it is astounding how someone familiar with Descartes&rsquos dreaming argument could have made the latter one. But both were asserted without any further elaboration or defence. As Diderot later pointed out in his Letter on the Blind, for Condillac to rest his case against scepticism about the existence of an external world on such facile grounds was to ignore the powerful reasons for denying the existence of material things that had been articulated by Berkeley.

This is not a problem that Condillac rectified in the Treatise. Instead, he attempted to side-step it by focusing just on the question of how experience leads us to form the idea that there are extended, external objects that bear the qualities of colour, taste, and smell exhibited in our sensations, while eschewing any over-confident metaphysical claims about the extent to which this idea may be correct. Indeed, towards close of the Tratado he admitted that the question of whether material things exist is not one that we are in any position to answer. We cannot be sure that objects are extended, shaped, and mobile, yet colourless, odourless, and tasteless. For all we know the objects that cause our sensations may not only be extended and solid, but endowed with qualities that resemble our sensations of smell, taste, and colour. Or they may be not only colourless, odourless, and tasteless but unextended (Tratado IV.v).

However, Condillac had no right to simply-side step the metaphysical question of the nature of body. His account of how touch instructs the eyes to see figures and locations describes the hands as extended objects that move through space and touch various parts of the extended surfaces of the eyes (Tratado III.iii.1&ndash9). One cannot remain agnostic about whether spatially extended objects really exist if one&rsquos theory of perception presupposes that one&rsquos sense organs are themselves extended and mobile.

10.2 Materialism

Condillac&rsquos account of sensation also fit uneasily with his claim that the mind is immaterial. He took sensations to be modifications of the mind&rsquos being. He also stipulated that such things as colours and scents are sensations. No Redação, he specified that there is nothing in bodies that resembles colours or scents and that these qualities are something that belongs to sentient creatures alone (Redação I.i.2. §12). No Tratado, employing a striking turn of phrase, he claimed that while we might think of a being who possessed only the sense of smell as a being who scents a rose, for itself this being will simply be the smell of a rose. &ldquoFrom its perspective,&rdquo he wrote, &ldquothe odours are nothing other than its own modifications or manners of being&rdquo (Tratado I.i.2). The same holds of colours. A being whom we would describe as seeing red would at first experience itself as simply being red. Touch would instruct it to attribute this redness to other objects. But this instruction cannot be known to be correct, whereas there can be no question that the sensation of red is a modification of the being of a sentient creature. Red is not, therefore, what might be called the intentional object of an act of sensing, or if it is, it is so only derivatively it is primarily a quality of the sentient being, who experiences itself as literally turning red when it has this sensation (Tratado I.xi.8).

The problem with this position becomes clear when it is considered that Condillac also maintained that colours are extended. No Redação he claimed that were we to have no other sensations than those of light and colour they would &ldquotrace (traceront) extension, lines, and figures before our eyes&rdquo so that we would find these ideas to be contained in our sensations (Redação I.i.2. §9). Moreover, this discovery is not an effect of learning or association. Extension and shape are original features possessed by visual sensations, discernible simply by attentive reflection. Someone blind since birth and newly made to see would not originally perceive everything before him as if it were a &ldquopoint&rdquo (i.e., an unextended spot of colour), but would experience &ldquolight distributed (répandue) in every direction [outwards as well as above, below, to the left and to the right]&rdquo (Redação I.vi. §§12, 14). Condillac continued to retain this view in the Tratado, though with some refinements: Whereas in the Redação he had maintained that colours are extended over all three dimensions, in the Tratado he endorsed the Berkeleyan position that we learn to perceive depth. He also maintained that we do not immediately appreciate that colours are bounded and figured even in two dimensions, but need to learn that they have these features. But he continued to maintain that the colours we originally experience are extended over two dimensions. &ldquoColour presents [offre] extension to the soul that it modifies,&rdquo he wrote in the Tratado, &ldquobecause it is itself extended. This is a fact that cannot be brought into doubt. It is demonstrated by observation&rdquo (Tratado I.xi.8). Insofar as colours are extended they must have shapes, even if those shapes are not immediately perceived. The process of learning to perceive shape does not transform our colour sensations and lead them to acquire properties they did not previously have it merely leads us to discover ones that were there all along. This is the point of claiming that not everything that is necessarily involved with a sensation need be perceived by it.

Condillac thus appears to have been committed to four mutually antagonistic propositions:

  1. Colours are extended.
  2. Colours are sensations.
  3. Sensations are modifications of the mind&rsquos being.
  4. The mind is unextended.

Hume had confronted the conflict between these propositions by denying (3) and (4). For Hume, our visual impressions are compounds that consist of a number of minimally visible, coloured points that are disposed alongside another in space, but the notion that impressions and ideas inhere in some mental substance is unintelligible, whether this substance is taken to be material or immaterial. Reid, in contrast, had insisted on (3) and (4) but had declared that the term &ldquocolour&rdquo is used equivocally in (1) and (2). We experience sensations of colour, which are unextended states of feeling experienced by the mind in just the same way as it experiences feelings of pleasure or pain. But colour terminology is most often used to refer to some unknown thing in external objects that causes us to experience these sensations. These external, so-called &ldquocoloured&rdquo objects are conceived as being extended and figured, but the mind does not become aware of them by contemplating some internal, iconic representation or image. It has a thought that refers to them. Affection of our sense organs does not produce an impression or image it occasions a thought. The thought itself is unextended, like the mind whose state it is, but it is a thought do ou cerca de an object. The object is thought to possess a quality of extension, as well as to be a cause of a certain concomitant sensation of colour. But the thought naquela this object is extended and a cause of a sensation of colour is itself neither extended nor coloured. So for Reid, either &ldquocolours&rdquo are powers in extended, external objects to bring about sensations in us, in which case they are not sensations had by the mind, or they are sensations had by the mind, in which case they are not extended.

However, unlike Hume and Reid, Condillac was unwilling to deny or qualify any of (1)-(4). Unlike Hume, he insisted on the existence of an immaterial mind who is the subject of sensations of colour (Redação I.i.1. §6). And unlike Reid, he insisted that colours are unequivocally both modifications of the mind&rsquos being and literally extended. These commitments exposed him to charges of tacit materialism. Most notably, René Réaumur, writing under the pseudonym of the Abbé de Lignac, observed in the supplements to his Lettres à un Américan (1756), that just as Condillac had accused Buffon of supposing that machines have a quality that is essential to spirits, sensibility, so Condillac was liable to the charge of supposing that spirits have a quality that belongs uniquely to machines, three dimensionality.

Condillac&rsquos response to this charge, in his &ldquoLettre de M. l&rsquoabbé de Condillac à l&rsquoauteur des Lettres à un Américan&rdquo (1756, and appended to subsequent editions of the Treatise on Animals) was to claim that, &ldquoIf I say that our sensations give us an idea of extension, it is only because we take them for qualities of objects when we refer them to something external. But I have proven many times that they certainly do not give us this idea when we consider them as a manner of being of our soul.&rdquo This echoes claims made in the Redação e a Treatise. No Essay, Condillac claimed that we attribute the extension or shape we find in colours to something outside of us rather than to ourselves considered as thinking subjects (I.i.2. §11), presumably because extension is incompatible with the simplicity that must be ascribed to a thinking being. In almost the same breath, he claimed that we are wrong to imagine that the chromatic quality of colours (as opposed to the extension and shape they map out) actually lies on the surface of external objects, purportedly because we have no clear idea of what it would mean for a body to be coloured (I.i.2. §12). But such claims are hardly adequate to avoid the problem and perhaps not even coherent. Either the chromatic qualities that we experience as modifications of our being are extended or they are not. If they are extended, then the claim that we do not recognize this fact when we think of them as modifications of our own being is merely an evasion. If they are not extended, then if we never experience anything other than our own sensations, as Condillac claimed at the outset of the Redação, it is mysterious how we come to attribute extension to external objects.

No Tratado, Condillac was no longer willing to declare that objects can be known to be either extended or colourless. He simply claimed that its experiences would lead his &ldquostatue&rdquo to first conceive of colours as modifications of its own being, then to conceive them as modifications of its extended sense organs, and finally to conceive them as modifications of external objects (Tratado III.3). But this was not to answer the metaphysical problem but rather to ignore it. If colours are in fact extended, as the Tratado continued to insist, yet the mind ultimately only knows its own sensations, however variously they might be transformed by cognitive processing, then we can only come to be in a position to attribute colours to external objects if we first experience those colours, which suggests that they must modify our being.

Though Condillac&rsquos official reply to the charge of materialism, as expressed in the letter to Lignac, is something of a disappointment, scholars have occasionally read the Tratado as taking some steps towards a more radical way of dealing with the problem. Recall that in that work Condillac advanced the view that even though colours are in fact extended and bounded, it is not intuitively evident that they are. We need to learn to see their shapes. Interestingly, what teaches us to see these shapes are tactile sensations of solidity and observations of the appearance and disappearance of colours consequent upon moving our hands before our eyes. Since neither sensations of solidity nor the tactile sensations that accompany hand motions are patently extensive in character, and colours themselves might as well not be so far as the early learner is concerned, some scholars have suggested that the Condillac of the Tratado meant to claim that our perceptions of space are constructed from raw data that, as they are at first experienced by the mind, are in no way spatial. Insofar as the Tratado does move towards this more radical view, it can be seen as a precursor of such 19th century Berkeleyan theories of vision as those of Steinbuch, Mill, Helmholtz, and Wundt. However, those later theories invoked notions of local signs (sensations specific to which nerve is being stimulated) and made explicit appeals to kinaesthetic sensations that are simply absent from Condillac&rsquos work. Lacking those notions, Condillac claimed that an awareness of space cannot be generated from aspatial sensations, and he represented his statue, not as constructing space, but as discovering the spatial features that were already present in its sensations from the first. Viewing him as a precursor of 19th century Berkeleyanism risks overlooking this fact and, as a consequence, misrepresenting his thought.

10.3 Memory and Liberty

In both the Redação e a Tratado Condillac set out to show that all of our cognitive and conative faculties are generated from sensation and can be derived from that operation alone. To this end he identified perception, consciousness, and attention as all being different aspects of the one operation of sensation. Perception is the impression sensation makes upon the mind, consciousness is this impression considered as something experienced by the mind, and attention is simply a more vivid perception. But when Condillac came to account for memory and reminiscence, this project stalled. It is not implausible to maintain that a sensation might continue to be experienced after the object that occasioned it has ceased to act on the sense organ. But such an &ldquoecho&rdquo of a past sensation is itself a present phenomenon. It might be fainter than other sensations that are now occurring, but being experienced to be faint is not the same thing as being thought to have originated in the past. Rather than explain how sensation can give rise to an awareness of pastness Condillac simply helped himself to the notion. No Redação, he defined &ldquoreminiscence&rdquo as the awareness that a perception has been had &ldquobefore&rdquo without anywhere explaining how the idea that one thing can be &ldquobefore&rdquo another could arise simply from sensation (Redação I.ii.1. §15). No Tratado he distinguished the memory of a sensation from a current sensation by calling the former &ldquoweakly sensing what one was (sentir foiblement ce qu&rsquoelle a été)&rdquo and the latter &ldquovividly sensing what one is (sentir vivement ce qu&rsquoelle est).&rdquo But then he immediately went on to say that recalled sensations can sometimes be more vivid than current ones (Tratado I.ii.8&ndash9). So what necessarily distinguishes remembered sensation from current sensation, on this account, is just that remembered sensations are of what &ldquowas.&rdquo But this is not to explain how we could get the idea that a sensation is of what was as opposed to what is.

Similar difficulties arise in connection with the will. No Redação, Condillac supposed that the imagination is initially outside of our control. Unless driven by need to conceive the means of achieving an end, we imagine what we do only because in the course of experience we sense accidental or natural signs that suggest particular ideas to us. The use of instituted signs is supposed to change this circumstance and give us a new ability to control our thoughts (Redação I.ii.4.§§45&ndash46). But it is not clear why this should be the case (note, in this regard, the apparent contradiction between Redação I.ii.4. §39 and §46). Just because a being has acquired the ability to produce signs in order to induce thought, it does not follow that this ability must be under the subject&rsquos voluntary control, and if the production of instituted signs is outside of our control, it is not clear how their use can give us a power to control our thoughts.

The &ldquosensationist&rdquo label notwithstanding, there is some suggestion that Condillac may have taken both memory and volition to be primitive functions of the soul that are not in fact reducible to sensation. No Redação he described our awareness of the temporal sequence of our perceptions as a &ldquofundamental experience (première expérience)&rdquo (Redação I.ii.1. §15) and in the Dissertation on Liberty (§§9&ndash10) he seems to have taken freedom of choice and the ability to spontaneously direct attention to be original abilities that the soul has whenever it is not impelled by some pressing need.

These views of memory and will are not necessarily inconsistent with Condillac&rsquos sensationism, his repeated claims to derive all the mind&rsquos capacities from the operation of sensation notwithstanding. There are stronger and weaker ways of understanding Condillac&rsquos sensationism. On the stronger understanding, Condillac meant to say that sensation produces all of the other capacities of the soul. On the weaker understanding, he only meant to say that sensation instructs us in the proper employment of our capacities. The weaker reading is compatible with allowing original, irreducible powers of memory and free choice, provided that we take those powers to be ones that we do not at first know how to effectively direct or employ. The stronger reading attributes an absolutely rigorous empiricism to Condillac &mdash one that does not admit that the mind is endowed with any innate abilities. It is not clear what Condillac would have had to gain by insisting on such a rigorous empiricism. Locke&rsquos rejection of innate ideas and innate principles was bound up with a reaction to unquestioned authority and a demand that all knowledge claims be demonstrable by appeal to common experience. But allowing that we possess innate cognitive capacities and innate conative abilities does not interfere with this demand, particularly if we stress, as the weak reading does, that we need to learn how to employ these capacities and abilities, and that experience serves as our best and only true teacher. The pedagogical and methodological conclusions that Condillac most wanted to draw still follow from that qualification, without having to invoke the strong reading.


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Comentários:

  1. Melabar

    Obrigado por uma sociedade adorável.

  2. Dante

    Não, bem, isso claramente não deveria ter sido postado na Internet.

  3. Kigaramar

    Nele algo está. Obrigado pela informação, posso, eu também posso ajudá -lo?

  4. Zuluzragore

    Ações nem sempre trazem felicidade! mas não há felicidade sem ação =)

  5. Mariadok

    Muito, tudo pode ser

  6. Lindeberg

    Você não está certo. Tenho certeza. Nós vamos discutir isso. Escreva em PM, vamos conversar.



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